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Prospecção do efeito dos venenos botrópicos na agregação plaquetária

Processo:25/19594-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal
Pesquisador responsável:Renato Simões Gaspar
Beneficiário:Renato Simões Gaspar
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Campinas
Vinculado ao auxílio:22/05750-7 - Mecanismos subjacentes da doença cardiovascular no Diabetes: o papel do colágeno glicado, AP.GR
Assunto(s):Bothrops  Plaqueta  Toxicologia  Trombose 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:bothrops | plaqueta | toxinologia | Trombose | venenos de serpente | Toxinologia

Resumo

Estima-se que mais de 85% dos acidentes ofídicos notificados no Brasil se dão por serpentes do gênero Bothrops. Existem 30 espécies de Bothrops reportadas em solo brasileiro segundo o reptile database. Diferentes regiões do país dispõem de soros antibotrópico compostos pelas espécies mais incidentes. Ainda assim, a morbimortalidade é alta, tendo em vista que esses venenos possuem ação proteolítica, coagulante e hemorrágica. A maioria dos estudos com venenos de Bothrops analisa seu efeito na coagulação, ao passo que uma minoria de estudos investiga a função diretamente na plaqueta - principal célula responsável pela homeostasia sanguínea. Não há na literatura um screening robusto do efeito de diferentes espécies de Bothrops sobre a função plaquetária, o que seria útil para determinar e comparar potência de peçonhas endêmicas. Portanto, prospectaremos o efeito pró-trombótico de venenos botrópicos encontrados no Brasil utilizando agregação plaquetária. Calcularemos a potência dos venenos das diferentes espécies em induzir agregação plaquetária e avaliaremos o efeito neutralizador de soros antibotrópicos. Este estudo translacional treinará futuros (as) cientistas em técnicas de biologia plaquetária e poderá se refletir na adoção de novas políticas públicas referentes a acidentes ofídicos. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
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