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Avaliação De Força Muscular, Capacidade Funcional E Sarcopenia Em Pacientes Com Esclerose Sistêmica E Arterite De Takayasu

Processo:25/08404-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de janeiro de 2029
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Zoraida Sachetto
Beneficiário:Zoraida Sachetto
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Campinas
Pesquisadores associados: Ana Paula Toledo Del Rio ; Carolina Coli Zuliani ; Fabiano Reis ; Guilherme Grisi Mouraria ; Ibsen Bellini Coimbra ; Luciana Campanatti Palhares ; Maurício Wesley Perroud Júnior
Assunto(s):Arterite de Takayasu  Citocinas  Escleroderma sistêmico  Força muscular  Sarcopenia  Reumatologia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Arterite de Takayasu | citocinas | Esclerose sistêmica | Força Muscular | Sarcopenia | Reumatologia

Resumo

A sarcopenia tem despertado crescente interesse nas doenças reumatológicas autoimunes sistêmicas (DRAS), dada a maior vulnerabilidade desses pacientes ao seu desenvolvimento. Essa condição compromete significativamente a qualidade de vida, por reduzir a força muscular e a capacidade funcional, aumentando o risco de quedas, fraturas e hospitalizações. Embora a sarcopenia primária esteja associada ao envelhecimento, a forma secundária decorre de fatores como desnutrição, obesidade, neoplasias e DRAS. Citocinas inflamatórias como IL-6 e TNF-¿, envolvidas na patogênese da esclerose sistêmica (ES) e da arterite de Takayasu (AT), também contribuem para o desenvolvimento da sarcopenia. Apesar da relevância clínica, poucos estudos exploram essa associação em populações com vasculites sistêmicas. Este estudo visa avaliar a frequência de sarcopenia e sua correlação com biomarcadores inflamatórios e adipocinas em indivíduos com ES e AT. Serão incluídos 40 pacientes com ES e 40 com AT, ¿18 anos. A avaliação incluirá força de preensão manual (dinamômetro), teste de levantar da cadeira, velocidade da marcha, composição corporal por densitometria (DXA) e ressonância magnética de membros inferiores. Serão dosadas IL-6, IL-10, TNF-¿, adiponectina, leptina, fator D do complemento e CCL2. As análises estatísticas envolverão testes de normalidade, correlações e modelos multivariados. O estudo será conduzido no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas e no Laboratório de Biologia da Cartilagem da FCM/Unicamp. (AU)

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