| Processo: | 25/26231-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2031 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Luisa Diniz Vilela de Carvalho |
| Beneficiário: | Luisa Diniz Vilela de Carvalho |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Andre Luiz Silva Pestilho ; Graham Pearson ; Fabio Ramos Dias de Andrade ; Fernanda Gervasoni ; Izaac Cabral Neto ; Rogério Guitarrari Azzone ; Thomas Stachel ; Valdecir de Assis Janasi |
| Assunto(s): | Mineralogia Diamante Isótopos estáveis Geoquímica Química mineral Cráton Exploração de recursos naturais Recursos minerais do Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diamonds | Mantle Petrology | Mineral Inclusions | Stable isotopes | Geoquímica/Mineralogia |
Resumo
O Brasil sempre esteve nos holofotes da história mundial do diamante, inicialmente como principal produtor e, posteriormente, pelo elevado potencial geológico evidenciado pela intensa exploração na busca por fontes primárias. Destaca-se também pela produção ocasional de diamantes excepcionais, como os de tamanho gigante (>100 ct) ou colorações especiais, além da população de diamantes sublitosféricos da região de Juína, que mantém o país em destaque na comunidade científica internacional. O conhecimento sobre os diamantes brasileiros, no entanto, permanece incipiente e fragmentado, sem que o país disponha de metodologias consolidadas para seu estudo. O diamante é uma gema particularmente valiosa para compreender processos mantélicos, pois preserva como inclusões amostras pristinas de profundidades inacessíveis do interior da Terra. As inclusões e as características isotópicas do diamante registram informações únicas sobre os processos físicos e químicos que controlam sua gênese, bem como sobre a mineralogia e a evolução do manto. Este projeto de pesquisa propõe combinar o conhecimento único do estudo de diamantes desenvolvido pelos pesquisadores da Universidade de Alberta com a alta capacidade analítica da Universidade de São Paulo, utilizando a coleção de diamantes do Serviço Geológico do Brasil. A abordagem integrará análises de química mineral em inclusões e de isótopos de C e N em diamantes, permitindo compreender sua gênese e ampliando o conhecimento sobre a história e evolução dos crátons brasileiros. Compreender a gênese dos diamantes brasileiros trará também benefícios à indústria, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias mais refinadas de exploração. (AU)
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