| Processo: | 05/59775-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2008 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia |
| Pesquisador responsável: | Paulo Mazzafera |
| Beneficiário: | Paulo Mazzafera |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Melhoramento genético vegetal Café Mutagênese Variação genética Cafeína Metabolismo secundário |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cafe | Cafeina | Melhoramento | Metabolismo Secundarios | Mutagenese |
Resumo
A preservação e o estudo das principais características das formas mais primitivas das plantas econômicas têm se mostrado de grande valia para os programas de melhoramento de diversas espécies vegetais e, em particular, para o cafeeiro, cuja base genética é reconhecidamente estreita. Existem evidências de que as primeiras plantações de café arábica do Brasil foram provenientes de uma única planta, originada de sementes colhidas de um cafeeiro mantido no Jardim Botânico de Amsterdã. Este, por sua vez, teria se originado de sementes coletadas na Etiópia. Deste modo, a exploração das introduções de C. arabica da Etiópia quanto à variabilidade genética para diversas características é de grande importância no melhoramento do cafeeiro. Exatamente por acreditarmos na importância da preservação de material genético é que em 2004 pudemos identificar plantas provenientes da Etiópia presentes no Banco de Germoplasma de Café do IAC com valores muito baixos de cafeína nas sementes (Silvarolla et al. 2004). Neste sentido, este projeto não parou com esta descoberta e é nosso objetivo continuar procurando mais material com variabilidade para cafeína, dentro do material introduzido da Etiópia. Além disso, uma outra possibilidade que acreditamos é a indução de mutação, ainda que trabalhos feitos na década de 60 com raios-X não tenham tido sucesso. Pretendemos usar mutagênicos químicos. Cafeína será analisada inicialmente nas folhas dessas plantas. A proposta de tentar induzir mutações reside no fato de que as plantas da Etiópia identificadas têm baixa produtividade e certamente alguns anos serão necessários para transferir a característica "ausência de cafeína" para cultivares comerciais. Assim, os estudos de metagênese serão feitos em material com alta produtividade. (AU)
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PROCESSO DE FRACIONAMENTO E REFINO DO ÓLEO BRUTO DE CAFÉ VERDE PI 0604057-8 - Universidade Estadual de Campinas Unicamp . Paulo Mazzafera; Alvaro Bandeira Antunes De Azevedo; Theo Guenter Kieckbusch - 01 de janeiro de 2006