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Pré-processamento de sementes de urucum (Bixa orellana, L.) com alto teor de lipídeos

Processo: 06/01219-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2006 - 30 de novembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Tecnologia de Alimentos
Pesquisador responsável:Paulo Roberto Nogueira Carvalho
Beneficiário:Paulo Roberto Nogueira Carvalho
Instituição-sede: Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Pigmentos  Urucum  Sementes  Lipídeos 

Resumo

O pigmento das sementes de urucum é o corante natural mais utilizado em alimentos no Brasil. Sua produção tem sofrido intensas oscilações nos últimos 20 anos, acompanhando a evolução dos preços praticados pelas indústrias de corantes. Essas oscilações são em grande parte decorrente da necessidade de se comercializar as sementes imediatamente após a colheita, devido ao risco de degradação do pigmento. A perda desses pigmentos ocorre tanto pela degradação química (característica intrínseca dos carotenóides, grupo no qual se insere os pigmentos do urucum) como pelo atrito entre as sementes, decorrente da perda da umidade causada pelo armazenamento. Por tudo isso se torna necessário um solução que possibilite ao produtor armazenar, de forma segura, o pigmento das sementes e comercializá-lo em condições que lhe sejam favoráveis. Este estudo tem como objetivo principal estabelecer e otimizar uma tecnologia para a extração dos pigmentos das sementes de urucum, com diferentes teores de lipídios, utilizando água como solvente. Será dada preferência a uma tecnologia cuja implantação possa ser realizada próxima às zonas produtoras de urucum, pelos próprios agricultores ou por cooperativas. O produto resultante servirá de matéria prima para as indústrias de corante, substituindo o comércio de sementes que tem gerado grandes volumes para o transporte e grande quantidade de resíduo (sementes esgotadas). Esse projeto é continuidade de um estudo anterior, financiado pela FAPESP, cujos resultados apontaram a necessidade de se melhorar o processamento para sementes com diferentes teores de lipídios. (AU)

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