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Estudo dos genes flt3 e p15ink4b em leucemia mieloide aguda e relacao com resistencia a multiplas drogas e niveis de doenca residual minima.

Processo: 06/60413-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2007 - 30 de novembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Mihoko Yamamoto
Beneficiário:Mihoko Yamamoto
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasia residual 

Resumo

A Leucemia mielóide aguda (LMA) é uma neoplasia das células progenitoras hematopoéticas e ainda hoje, apesar do avanço dos tratamentos quimioterápicos, tem um índice de sobrevida global muito baixo. Neste contexto, o estudo de fatores de prognóstico que possam contribuir para a estratificação dos pacientes portadores desta patologia é muito relevante. Dentre estes fatores alguns já são bem conhecidos como as alterações citogenéticas, a doença residual mínima (DRM), a resistência às drogas (MDR) e mais recentemente,a mutação do gene FLT3. Outras alterações genéticas como a metilação de genes reguladores do ciclo celular têm merecido maior atenção quanto ao seu papel na patogênese das LMA, no entanto o seu valor prognóstico ainda não está bem estabelecido. Este trabalho propõe-se a estudar o estado de metilação do gene P15INK4b, estado de mutação do FLT3, DRM e MDR (através da função e expressão de glicoproteína-P) em pacientes com LMA e a relação com dados clínicos e laboratoriais. Serão estudados cerca de 100 pacientes acompanhados na Disciplina de Hematologia e Hemoterapia da UNIFESP e Serviço de Hematologia Clínica do Hospital do Servidor público Estadual. Serão incluídos pacientes com idade >18 anos e com diagnóstico de LMA confirmado seguindo critérios definidos pela OMS. Ao diagnóstico as células serão estudadas quanto ao imunofenótipo, resistência às drogas (pela citometria de fluxo); e os genes FLT3 e p151NK4b por técnicas moleculares de PCR. A detecção da DRM será feita no período imediato pós indução, através da busca de fenótipos aberrantes identificados ao diagnóstico. Os resultados obtidos serão comparados com dados clínicos e laboratoriais. (AU)