| Processo: | 06/06926-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Paulo Flávio Silveira |
| Beneficiário: | Paulo Flávio Silveira |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Toxicidade Envenenamento por animais peçonhentos Venenos de origem animal Serpentes Lesão renal aguda Ácido tióctico Sinvastatina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácido lipóico e estatinas | envenenamento ofídico | Estresse oxidativo | Insuficiencia renal aguda | peptidases | toxicologia comparada | Fisiologia Renal |
Resumo
Os acidentes de envenenamento por picada de serpentes dos gêneros Bothrops e Crotalus são de grande importância médica, por induzirem alta incidência de morbidade e mortalidade. Em ambos, a insuficiência renal aguda (IRA) é uma das complicações mais graves, sendo caracterizada pela rápida perda das funções renais. No gênero Bothrops, a IRA está relacionada à isquemia renal, distúrbios de coagulação e nefrotoxicidade direta do veneno, enquanto no gênero Crotalus, está associada à rabdomiólise e, também, à nefrotoxicidade direta do veneno. As aminopeptidases ácida (APA), básica (APB), neutra (APN), cistil (CAP), prolil imino (PIP), piroglutamil (PAP) e prolil dipeptidil IV (DPPIV) apresentam elevados níveis de atividade no rim. Recentemente, evidenciamos, em nosso laboratório, que danos renais induzidos pela ciclosporina promovem marcante alteração dessas atividades, neste órgão. Neste tipo de dano renal, o estresse oxidativo também está presente e parece ser reduzido por agentes como o ácido lipóico e a sinvastatina. Neste projeto, avaliaremos, em camundongos, se os venenos das duas principais espécies de serpentes brasileiras em termos de incidência de acidentes, a Bothrops jararaca e a Crotalus durissus terrificus, nas doses preconizadas como indutoras de IRA, causam alterações: (i) naquelas atividades aminopeptidásicas no plasma e urina, bem como em medula e córtex renais e (ii) induzem estresse oxidativo; bem como (iii) se esses efeitos podem ser amenizados pelo ácido lipóico e a sinvastatina. Os resultados a serem obtidos contribuirão para a compreensão dos mecanismos e consequências do efeito nefrotóxico dos venenos estudados, em especial sobre sistemas peptidérgicos renais e, ainda, avaliarão as possibilidades de que alguma dessas atividades aminopeptidásicas do plasma e/ou da urina sejam marcadoras dessa nefrotoxicidade, e de que o ácido lipóico e a sinvastatina possam ser introduzidos como agentes coadjuvantes na soroterapia do envenenamento. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |