| Processo: | 06/07008-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Rejane Maira Góes |
| Beneficiário: | Rejane Maira Góes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Assunto(s): | Homeostase Próstata Diabetes mellitus tipo 1 Dexametasona |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | célula muscular lisa | diabetes | diferenciação celular | matriz extracelular | Próstata | Biologia da próstata e da matriz extracelular |
Resumo
A homeostasia prostática depende de complexas interações parácrinas entre as células estromais e epiteliais, grande parte mediadas por andrógenos. Distúrbios nestas interações têm sido descritos em situações de manipulação hormonal e no câncer de próstata. Entretanto, a falta de informações sobre os possíveis desequilíbrios entre o epitélio e o estroma no diabetes não nos permitem compreender as conseqüências desta doença sobre a estrutura e funcionamento da próstata. Neste cenário, nossa proposta de estudo é investigar, com o uso de modelos experimentais, o impacto do pré-diabetes (PD) e do diabetes tipo I (DMI) sobre a próstata ventral de ratos, seja em termos das variações estruturais e histológicas, das alterações ultra-estruturais nos principais componentes celulares bem como da remodelação na matriz extracelular. O PD será induzido pelo tratamento com glicocorticoide dexametasona (5 doses diárias de 1mg/Kg de peso corporal) e os seus efeitos sobre a próstata ventral avaliados imediatamente e após uma semana. O diabetes tipo I será induzido pelo tratamento com dose única de aloxana (40mg/Kg de peso corporal) e serão examinados os efeitos iniciais (após uma semana) e crônicos (após 12 semanas). As análises aqui propostas serão baseadas em métodos convencionais de microscopia de luz e microscopia eletrônica de transmissão, técnicas imunocitoquímicas para detecção de componentes da matriz extracelular e do estado de diferenciação das células prostáticas e técnicas para detecção de morte celular programada. Considera-se que o estudo em questão trará subsídios para a compreensão do papel da insulina e dos possíveis efeitos deletérios da hiperglicemia para a morfo-fisiologia prostática, ampliando o conhecimento sobre os mecanismos envolvidos na regulação das interações epitélio-estroma existentes nesse órgão. (AU)
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