| Processo: | 06/07225-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Julio Antonio Lombardi |
| Beneficiário: | Julio Antonio Lombardi |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Rio Claro |
| Assunto(s): | São Paulo Florística Brasil Mata Atlântica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brasil | Floristica | Mata Atlantica | Mata Semidecidua | Sao Paulo | Serra Do Japi | Florística |
Resumo
Em termos vegetacionais, a Mata Atlântica é considerada florística e estruturalmente bastante complexa, pois engloba diferentes formações ao longo de sua distribuição, desde florestais até campestres. A flora da Mata Atlântica, assim como a da maioria das formações tropicais, é pouco conhecida. Sua riqueza florística tem sido estimada em 20 mil espécies de plantas vasculares, das quais cerca de oito mil seriam endêmicas. Para o Estado de São Paulo não há uma estimativa muito precisa da riqueza, nem dos endemismos. Levantamentos florísticos extensivos, isto é, que inventariam toda a flora de uma região, são raros na Mata Atlântica em São Paulo. As espécies arbóreas são aquelas melhor conhecidas, especialmente devido aos numerosos estudos fitossociológicos realizados no Estado de São Paulo. A Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi está estabelecida desde 1991 e já foi objeto de vários estudos florísticos/fitossociológicos, mas a situação do conhecimento da sua flora continua deficiente, apesar da proximidade com grandes centros de pesquisa botânica do Estado a amostragem da vegetação praticamente se restringiu às arbóreas da vertente oeste da serra. A Serra do Japi deve ser considerada área prioritária para conservação, representando a maior porção de florestas contínuas no interior do Estado de São Paulo e, apesar de já haver sofrido ação antrópica, ainda representa uma amostra da flora e da fauna que existiam na região sudeste do Brasil. Além disso, está localizada em uma região de alta densidade populacional entre os municípios de São Paulo, Jundiaí e Campinas, o que potencializa os riscos a que está sujeita. A seleção da área como local de estudo é reforçada também devido à conveniência de acesso e hospedagem para futuros possíveis estudantes de Iniciação Científica e/ou Mestrado, visando menores despesas com alojamento e alimentação. (AU)
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