| Processo: | 07/54253-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Maria Helena Bellini Marumo |
| Beneficiário: | Maria Helena Bellini Marumo |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Lesão renal aguda |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Endostatina | Insuficiencia Renal Aguda | Isoforma |
Resumo
A terapia gênica pode ser definida como a transferência de material genético visando a alteração da função de células-alvo de maneira a utilizá-las clinicamente. É uma estratégia terapêutica muito promissora na qual devem ser utilizados vetores de expressão com alta eficiência. Vetores virais, em especial os retrovírus, vem sendo amplamente utilizados em ensaios clínicos. O carcinoma de células claras representa aproximadamente 85% dos cânceres de células renais (CCR) diagnosticados recentemente. Os CCR são altamente vascularizados, o que poderia explicar a prevalência de 30-40% de metástase no diagnóstico inicial da doença. A angiogênese, ou seja, o brotamento de novos capilares a partir de vasos sangüíneos pré-existentes, é importante em processos fisiológicos e, também, em situações patológicas, tal como o processo de progressão tumoral e o estabelecimento de metástase. Há um interesse crescente na pesquisa e utilização de agentes antiangiogênicos para inibição de tumores sólidos. A terapia antiangiogênica apresenta várias características que a torna uma opção atrativa para o tratamento de tumores. Agentes antiangiogênicos não são citotóxicos e podem ser efetivos sobre diferentes tipos tumorais, por atuarem em células endoteliais geneticamente estáveis. A endostatina, um fragmento carboxi-terminal do colágeno XVIII, é um potente agente inibidor da angiogênese. Sabe-se ainda que a endostatina recombinante humana e murina, obtidas em procariotos e eucariotos, inibem especificamente a proliferação e migração de células endoteliais e apresentam um efeito supressor do crescimento de tumores primários e metastáticos em diferentes modelos animais, sem a indução de resistência ou outros efeitos colaterais. Vetores bicistrônicos são uma alternativa interessante, no caso de patologias onde a terapia conjugada é útil ou mesmo necessária. Neste projeto, pretende-se construir um vetor retroviral bicistrônico contendo o gene da endostatina e o da IL-2, e a seqüência do sítio de acesso interno para o ribossomo (IRES = internal ribosome entry sites), avaliar sua eficiência e compará-la com a do vetor monocistrônico (LendSN) que foi construído e vem sendo utilizado nas pesquisas do nosso laboratório. (AU)
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