| Processo: | 09/05354-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia |
| Pesquisador responsável: | Ana Campa |
| Beneficiário: | Ana Campa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Implantação do embrião Amiloide Placenta Trofoblastos Citocinas Leucócitos Óxido nítrico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amilóide Sérica A | Implantação embrionária | Interface Materno-Fetal | placenta | trofoblasto humano | Fisiologia |
Resumo
Nos últimos anos nosso grupo de pesquisa tem reconhecido várias atividades da amilóide sérica A (SAA) sobre leucócitos humanos no que diz respeito à liberação de citocinas pró-inflamatórias, produção de espécies reativas de oxigênio e óxido nítrico (NO). Com isso houve uma contribuição na definição da SAA como um potente agente imunorregulador que deve contribuir para a gênese e progressão da doença inflamatória. Apesar dos esforços no reconhecimento das ações da SAA, há ainda muitos questionamentos relacionados às ações desta sobre outros tipos celulares. Recentemente, foi descrito que a SAA é expressa por células trofoblásticas entre a 10a e 12a semanas de gravidez, porém o seu papel na interface materno-fetal permanece desconhecido. Assim, com este trabalho, fruto de uma colaboração com a Profa. Estela Bevilacqua (ICB-USP), pretendemos, em um primeiro momento, avaliar a presença da SAA em trofoblasto humano do vilo placentário durante os processos associados à implantação embrionária como a diferenciação e a invasão in vitro. Havendo a detecção da SAA durante os processos acima citados é de nosso interesse silenciar o gene da SAA e monitorar o efeito do silenciamento sobre estes mesmos processos. Para isso, pretendemos padronizar todas as condições de silenciamento gênico da SAA na linhagem de coriocarcinoma (JAR), que mimetiza a célula trofoblástica primária e expressa SAA de forma constitutiva, para depois estender para o citotrofoblasto humano. Em um segundo momento, verificaremos os efeitos da SAA sobre o citotrofoblasto extraviloso no que se refere à proliferação, a diferenciação e invasão, expressão e atividade de metaloproteinases (MMP-2 e MMP-9), liberação de citocinas e produção de NO. Além disso, avaliaremos se na ação da SAA sobre o citrofoblasto há a ativação de receptores Toll-like 2 e 4, para os quais a SAA é um dos ligantes. Portanto, com este estudo será possível verificar a participação da SAA em processos protetores e/ou deletérios para o desenvolvimento fetal e oferecer novos elementos da fisiologia da implantação fetal. (AU)
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