| Processo: | 09/53916-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Mogens Lesner Glass |
| Beneficiário: | Mogens Lesner Glass |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Peixes Dipnoicos Ventilação pulmonar Tetrápodes Lepidosiren paradoxa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dipnoi | Espaco Morto | Jet Stream | Lepidosiren Paradoxa | Tetrapoda | Ventilacao Pulmonar |
Resumo
O aparecimento da respiração aérea nos vertebrados aconteceu há mais de 400 milhões de anos, com o surgimento dos primeiros peixes pulmonados. Abundantes naquela época, hoje existem apenas seis espécies viventes, representadas por três gêneros (Lepidosiren, Protopterus e Neoceratodus). A ordem dos peixes pulmonados (Dipnoi) representa, na taxonomia clássica, o último ramo anterior ao surgimento dos anfíbios ancestrais. Sendo assim, o detalhamento de sua morfologia e de sua fisiologia torna-se de extrema importância. Dentro da fisiologia respiratória, o padrão do mecanismo ventilatório desses peixes, torna-se um tópico de grande relevância, baseando-se na escassez de trabalhos recentes que envolvam esse assunto, sendo representado apenas pelo trabalho de McMahon (1969). Em decorrência dos mais recentes estudos em anfíbios, que envolvem esse mesmo mecanismo, apoiados pelo modelo Jet Stream (De Jongh e Gans, 1969), torna-se importante a execução de um novo trabalho com uma espécie de Dipnoi, sendo neste estudo, Lepidosiren paradoxa, que possa ser comparado a tal modelo e assim corroborar com os esclarecimentos sobre a evolução dos tetrápoda. No desenvolvimento desse estudo, serão realizados experimentos envolvendo gasometria, medidas ventilatórias e testes de adequação deste modelo ao animal, sendo os resultados aplicados a equações do espaço morto, passando posteriormente por testes estatísticos para análise de significância dos dados. (AU)
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