| Processo: | 09/14784-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Jozélio Freire de Carvalho |
| Beneficiário: | Jozélio Freire de Carvalho |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Reumatologia Doenças cardiovasculares Trombose Trombofilia Síndrome antifosfolipídica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença Cardiovascular | síndrome antifosfolipide | Síndrome de Hughes | Síndrome Metabólica | trombofilia | Trombose | Reumatologia |
Resumo
A Síndrome Antifosfolípide é caracterizada por eventos trombóticos e perdas gestacionais de repetição e é considerada a trombofilia adquirida mais comum. Quando não está associada a alguma doença do tecido conectivo é dita primária e seu tratamento é baseado em anticoagulação por longo período com varfarina. É uma doença auto-imune associada a alto risco cardiovascular e se acredita que os anticorpos antifosfolípides sejam capazes de induzir disfunção endotelial, influenciando na vasodilatação e funcionando como gatilho para aterosclerose acelerada que é observada em muitos pacientes. A Síndrome metabólica é caracterizada por um estado de resistência à insulina, intolerância à glicose, hiperinsulinemia, aumento dos níveis plasmáticos de triglicérides, diminuição dos níveis plasmáticos de HDL-colesterol e hipertensão arterial. Indagamos se pacientes com SAF e SM teriam maiores riscos cardiovasculares, por apresentarem outros fatores que sabidamente predispõem a doença cardiovascular como hipertensão, dislipidemia, hiperglicemia e obesidade associado ao fato de que ambas as doenças apresentam similaridades em sua patogenia em relação a disfunção endotelial. Apesar de se admitir a importância da SM como fator de risco cardiovascular na população geral e em portadores de doenças reumáticas em particular, pouco se sabe sobre a sua prevalência e seus riscos em pacientes com SAF primária, até o momento, não encontramos nenhum artigo na literatura internacional sobre essa possível associação. Desse modo, o objetivo deste estudo é avaliar a prevalência de SM em pacientes com SAF primária, comparando com uma população de controles saudáveis; avaliar a relação da SM com outros fatores de risco cardiovascular e inflamação. (AU)
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