| Processo: | 09/06450-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Renata Mota Mamede Carvallo |
| Beneficiário: | Renata Mota Mamede Carvallo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 09/18300-5 - Reflectância da orelha média e emissões otoacústicas em diferentes padrões timpanométricos, BP.TT |
| Assunto(s): | Audiologia Diagnóstico audiológico Emissões otoacústicas Orelha média Testes de impedância acústica Testes audiológicos Reflexo acústico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | audição | Reflexos acústicos | Testes auditivos | Audiologia |
Resumo
A busca por métodos eficazes para o diagnóstico audiológico precoce é grande. A triagem auditiva neonatal tem sido realizada de forma universal, sendo composta em grande parte pelo exame de emissões otoacústicas. O objetivo da triagem é identificar possíveis alterações auditivas logo ao nascimento do bebê. Estas alterações são identificadas quando a perda de audição está relacionada à cóclea, mais especificamente às células ciliadas externas, podendo assim, ser constatada uma perda auditiva neurossensorial. No entanto, alterações de orelha média interferem nos resultados da emissões otoacústicas gerando respostas falso-negativas. A timpanometria nem sempre identifica tais alterações, e a reflectância da orelha média é um procedimento diagnóstico que surge como um procedimento capaz de aumentar o valor preditivo na identificação de alterações de orelha média que possam afetar as emissões otoacústicas. Objetivo: Identificar discretas alterações de orelha média não captadas à timpanometria que possam estar associadas a alterações nas emissões otoacústicas. Metodologia: A casuística deste estudo será composta por 75 indivíduos com idades entre 15 e 30 anos dos gêneros feminino e masculino, compondo dois grupos: GRUPO 1 - composto por 45 indivíduos com alteração de orelha média uni ou bilateral evidenciada à timpanometria (15 indivíduos com Curva tipo B, 15 indivíduos com Curva tipo C e 15 indivíduos com Curva tipo Ad), reflexos acústicos ausentes nas freqüências de 500 a 4000 Hz e limiares auditivos até 35 dB. GRUPO 2 - composto por 30 indivíduos sem de alterações de orelha média constatada à timpanometria (Curva tipo A), reflexos acústicos presentes nas freqüências de 500 a 2000 Hz e limiares auditivos normais (0 a 20dB). Procedimentos: Uma vez classificados os Grupos 1 ou 2, por meio dos critérios de inclusão, os sujeitos serão submetidos a : Emissões Otoacústicas Evocadas por Transientes com estímulo do tipo clicks na intensidade de até 80 dB, Emissões Otoacústicas por Produto de Distorção, Pesquisa da Reflectância da Orelha Média com sonda para obtenção da curva de reflectância no intervalo de freqüência de 200 a 6000 Hz na intensidade de 0.80 dB SPL. Resultados: As variáveis estudadas serão submetidas à análise estatística para comparação entre os grupos, procedimentos e orelha avaliada. Espera-se que os resultados confirmem a hipótese inicial do estudo, de que a reflectância seja mais sensível na identificação de alterações da orelha média em relação à timpanometria com sonda de 226 e 1000 Hz. (AU)
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