| Processo: | 09/17307-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Nancy Cristina Junqueira Bellei |
| Beneficiário: | Nancy Cristina Junqueira Bellei |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Virologia Viroses Rhinovirus Coronavirus humano Coronavirus humano OC43 Coronavirus humano 229E Vírus da SARS Coronavirus humano NL63 Betacoronavirus Síndrome respiratória aguda grave Fatores de risco Técnicas de diagnóstico molecular Reação em cadeia da polimerase em tempo real |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Rinovirus | Virologia |
Resumo
Os coronavírus humanos (HCoVs) aparecem como o segundo agente mais freqüente causadores do chamado resfriado comum, sendo que durante surtos, podem atingir taxas de infecções iguais às de influenza, vírus respiratório sincicial e rinovírus. Ocasionalmente, esses vírus têm sido identificados como a causa de pneumonia em populações específicas. Os Coronavírus OC43 (HCoV-OC43) e coronavírus 229E (HCoV-229E) foram identificados em meados de 1960 e são responsáveis por 10-30% de todos os resfriados comuns. Um terceiro coronavírus humano, SARS-CoV, de origem não humana, foi identificado como o agente causador de um surto de síndrome respiratória aguda grave (SARS) ocorrido principalmente na China durante 2003-2004 (Ksiazek et al, 2003). Em decorrência disso, a partir de 2004, o aumento nas pesquisas desses vírus levou a descoberta de outros dois novos coronavírus humanos, HCoV-NL63 na Holanda em 2004, e HCoV-HKU1 na China em 2005. Como a maioria das infecções respiratórias agudas, a etiologia é de difícil diferenciação apenas pela apresentação clínica dos pacientes e a investigação laboratorial é essencial para seu diagnóstico. Com o advento da biologia molecular foi possível aumentar sensibilidade, especificidade e rapidez do diagnóstico de infecções respiratórias virais, bem como desenvolver ensaios que detectem simultaneamente, múltiplos patógenos. Atualmente a técnica preferencial para a pesquisa de vírus respiratórios tem sido a reação em cadeia pela polimerase em tempo real, denominada Real-time PCR. Ela se destaca pela redução significativa do tempo de manipulação e obtenção dos resultados, além da melhora na especificidade do ensaio. São poucos os dados epidemiológicos referentes às infecções respiratórias causadas por coronavírus humanos no Brasil e estes, se limitam à detecção dos dois subtipos mais antigos. Sendo assim, o conhecimento da freqüência da infecção por todos os subtipos de HCoVs ainda não foi investigado no contexto nacional. A importância desse estudo reside em, após padronizar um método diagnóstico molecular sensível para detectar todos os HCoVs, obtermos conhecimento clínico-epidemiológico da infecção por HCoVs em distintas populações e o seu impacto nessas populações com diferentes fatores de risco. (AU)
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