| Processo: | 09/15987-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Emilia Inoue Sato |
| Beneficiário: | Emilia Inoue Sato |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Arterite de Takayasu Células progenitoras endoteliais Reumatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arterite de Takayasu | celulas progenitoras endoteliais | Reumatologia |
Resumo
Introdução: Arterite de Takayasu (AT) é uma vasculite granulomatosa crônica que acomete grandes vasos, preferencialmente aorta e seus ramos principais e que cursa frequentemente com aterosclerose precoce, comprovada tanto por estudos anatomo-patológicos, como por exames de imagem. A presença de lesões ateroscleróticas prematuras em outras doenças inflamatórias crônicas, como no lúpus eritematoso sistêmico e na artrite reumatóide, é explicada, em parte, pela redução dos níveis de células responsáveis pelo reparo do endotélio, denominadas células progenitoras endoteliais (EPCs). Justificativa: Em analogia às outras doenças reumáticas autoimunes, elaboramos a hipótese de que na AT as EPCs também poderiam estar envolvidas na fisiopatogenia da doença e da aterosclerose que a acompanha. Considerando que não existem trabalhos avaliando as EPCs nesta doença propomos a realização deste estudo. Objetivo: a) avaliar o número das EPCs e das UFC em pacientes com AT; b) avaliar os níveis de VEGF em pacientes com AT; c) comparar os número das EPCs e UFC e níveis de VEGF entre pacientes com AT e controles saudáveis; d) verificar se há associação entre número das EPCs, número de UFCs, níveis de VEGF e atividade clínica e laboratorial da doença. Pacientes e métodos: Serão recrutadas 40 pacientes com AT e 40 controles. Serão realizados exames laboratoriais de rotina, avaliação das EPCs por citometria de fluxo e cultura de células para avaliação das unidades formadoras de colônias e quantificação de VEGF. Análise estatística: Os dados serão avaliados através de teste de normalidade, teste de variância e o teste t de Student para variáveis com distribuição normal. Dados com distribuição não normal serão avaliados por testes não paramétricos. Correlação entre as variáveis será realizada através de teste de correlação de Pearson, para variáveis com distribuição normal ou Spearman para as com distribuição não normal. Valor de p<0,05 será considerado significante. (AU)
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