| Processo: | 10/11474-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Cristina Pontes Vicente |
| Beneficiário: | Cristina Pontes Vicente |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Claudio Chrysostomo Werneck |
| Assunto(s): | Terapia baseada em transplante de células e tecidos Células-tronco Glicosaminoglicanos Aterosclerose Anti-inflamatórios Anticoagulantes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aterosclerose | celulas progenitoras endoteliais | glicosaminoglicanos | Inflamação | terapia celular | Biologia Celular |
Resumo
As células progenitoras endoteliais (CPE) foram inicialmente descritas em 1997 por Asahara. Estas células, produzidas na medula óssea adulta, são capazes de migrar para o local da lesão endotelial se diferenciando em células maduras e auxiliando na recuperação do endotélio lesionado. A trombose, o estresse oxidativo e o processo inflamatório são reações desencadeadas pela lesão arterial que podem afetar a proliferação de células musculares lisas, células endoteliais, além da migração das CPE circulantes para o local da lesão, dificultando a recuperação do endotélio lesionado. O dermatan sulfato (DS) e o condroitin sulfato fucosilado (CSF) são glicosaminoglicanos (GAGs) que possuem conhecida atividade antitrombótica, anticoagulante e anti-inflamatória podendo também interferir na proliferação e migração das CPE para o local da lesão. Este projeto visa estudar o papel do DS e do CSF no processo inflamatório e na migração, proliferação e diferenciação de CPE, utilizadas como terapia celular. Visamos também analisar seu papel na mobilização de células progenitoras endoteliais circulantes no sangue periférico, para o local da lesão arterial. Para tal, iremos estudar a influência destes GAGs na expressão de proteínas como P-selectina, ICAM- I, SDF-1, VEGF, eNOS, e de fatores como o NF-k² e o TGF², na migração de células progenitoras endoteliais e no desenvolvimento da neointima após a lesão arterial em camundongos normais e ateroscleróticos. A determinação destes fatores pode ser de grande auxílio na compreensão dos processos envolvidos na recuperação do endotélio após lesões e também no estabelecimento de novas terapias para o tratamento de doenças cardiovasculares, utilizando-se as CPE em conjunto com agentes antiinflamatórios e anticoagulantes. (AU)
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