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Efeitos de fatores socioeconômicos no desenvolvimento cognitivo e linguístico de crianças

Processo: 10/11626-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2010 - 30 de setembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Débora Maria Befi-Lopes
Beneficiário:Débora Maria Befi-Lopes
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):10/19438-8 - Efeitos de fatores socioeconômicos no desenvolvimento cognitivo e linguístico de crianças, BP.TT
Assunto(s):Desenvolvimento da linguagem  Linguagem infantil 

Resumo

Este projeto tem como objetivo explorar os efeitos de fatores socioeconômicos no desenvolvimento cognitivo e linguístico de crianças. Esta linha de pesquisa é importante pois pode auxiliar no desenvolvimento de programas específicos de prevenção e intervenção para crianças consideradas de risco para o fracasso escolar. A literatura sobre plasticidade cerebral na infância indica que a qualidade do ambiente (enriquecido ou desprovido de estimulação desde cedo) exerce grande influência sobre o desenvolvimento cognitivo. A partir desta perspectiva, viver em ambientes cuja condição sócio-econômica é desfavorável pode constituir um sério fator de risco para o desenvolvimento cognitivo da criança, já que o grau de estimulação cognitiva e linguística que a criança recebe é comumente influenciado pela baixa renda familiar.Não há um consenso na literatura sobre o grau em que o Nível Socioeconômico (NSE) afeta as áreas da cognição e da linguagem. O presente projeto explorará o efeito do NSE nas habilidades de linguagem e no funcionamento executivo de crianças, visto que tais aspectos têm demonstrado associação com o progresso acadêmico e com o futuro sucesso na vida. Uma bateria de tarefas abrangendo quatro diferentes áreas das funções executivas e dois domínios de linguagem será aplicada em uma população de crianças de 6 a 8 anos. A hipótese principal deste estudo é que as crianças de baixo NSE apresentarão pior desempenho do que as crianças de alto NSE em todos os sistemas neurocognitivos testados, para toda a faixa etária estudada. (AU)

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