Resumo
Os resultados obtidos pelo Projeto Temático BIOTA Gradiente Funcional (FAPESP 03/12595-7) evidenciaram a necessidade de um estudo florístico-fitossociológico em altitudes intermediárias entre a Floresta Ombrófila Densa Submontana e a Floresta Ombrófila Densa Montana dos Núcleos Picinguaba e Santa Virgínia do PESM, bem como a necessidade de ampliar o espectro fisionômoico incluindo a Floresta Ombrófila Densa Alto Montana. O objetivo deste Auxílio à Pesquisa é complementar estes dados de forma a permitir uma análise mais detalhada e completa das fisionomias da Floresta Ombrófila Densa Atlântica, visando determinar as adaptações necessárias ao sistema de classificação da vegetação proposto por Veloso et al. (1991). A composição florística e a estrutura da Floresta Ombrófila Densa Atlântica será estudada a 600, 800 e 1.200 metros de altitude, completando o gradiente previamente estudado (Joly et al. 2008). Para tanto serão utilizadas 4 parcelas independentes de 0,25 ha subdivididas em subparcelas contíguas de 10 x 10m, totalizando 1 ha por altitude. Desta forma cada parcela de 0,25 ha será tratada como replicata amostral, ampliando o rol de ferramentas estatísticas que poderão ser utilizadas para análise dos dados. Todos os indivíduos com DAP (diâmetro à altura do peito) igual ou superior a 4,8 cm (PAP - perímetro à altura do peito 15,0 cm). Para os indivíduos perfilados serão incluídos aqueles que apresentarem pelo menos um dos perfilos dentro do critério de inclusão. A análise dos dados e a estimativa dos parâmetros fitossociológicos serão feitas através do programa FITOPAC, e análises mais refinadas serão feitas para comparação de todo gradiente altitudinal (de 0 - Floresta de Restinga a 1.200 m - Floresta Ombrófila Densa Alto Montana). (AU)
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