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Avaliação molecular da musculatura paravertebral de ratos com escoliose induzida com colete de policloreto de vinil

Processo: 11/50952-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2011 - 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Carlos Alberto da Silva
Beneficiário:Carlos Alberto da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências da Saúde. Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP). Instituto Educacional Piracicabano. Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Metabolismo  Músculo esquelético  Escoliose  Enzimas  Sistema musculoesquelético  Insulina 

Resumo

Escoliose é uma palavra que vem do grego Skoliosis e se emprega para designar qualquer curvatura lateral da coluna vertebral caracterizada por modificações na coluna vertebral devido a fatores genéticos, fisiológicos ou experiências físico-motoras, sendo que estes últimos merecem destaque por serem maior de idade influência na postura final do indivíduo. Há consenso que a escoliose se refere a alterações no sistema muscular com intenso reflexo de desordens posturais, além de ser a responsável pelo maior número de queixas ortopédicas. As hipóteses a respeito do desenvolvimento da escoliose se baseiam em fatores de origem genética, esquelética, muscular, neuro-hormonal ou fatores biomecânicos, no entanto, a hipótese mais aceita é a de origem musculoesquelética, com hipotonia e fraqueza muscular difusa nos músculos para vertebrais. Recentemente desenvolvi um modelo experimental aplicado na indução de escoliose de forma não invasiva (SILVA et al., 2006). Diversos estudos concluídos, e em fase de análise, tem demonstrado profundas alterações quimio-metabólicas na musculatura para vertebral com características diferenciais entre a musculatura côncava e convexa. Quero ressaltar que a análise de diversos trabalhos mostra à necessidade de serem realizadas novas avaliações no que tange ao processo de indução de escoliose através do processo não invasivo com ênfase no perfil biomolecular para discernir sobre a participação das enzimas da via insulínica, cujas relações fisiológicas participam tanto do controle metabólico quanto da modulação catabolismo/anabolismo, uma vez que, diversos avaliadores tem questionado o fato de o modelo ter forte inserção enquanto indutor de desuso, devido restrição na atividade muscular. Outro fator se relaciona com a biomecânica do modelo onde possivelmente possa haver alteração na pressão arterial e na dinâmica cardíaco devido à curvatura compressiva na caixa torácica, que acompanha o modelo. Assim, a proposta em tela visa analisar a participação das enzimas da via insulínica nos músculos para vertebrais de ratos escolióticos, bem como o comportamento da pressão arterial e do perfil eletrocardiográfico, no intuito de buscar informações adicionais que possam referendar a eficácia do modelo para estudo de práticas fisioterapeuticas. (AU)