| Processo: | 12/02043-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Medicina Legal e Deontologia |
| Pesquisador responsável: | Cintia Fridman Rave |
| Beneficiário: | Cintia Fridman Rave |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Fernanda de Toledo Gonçalves |
| Assunto(s): | Genética forense Antropologia forense Pigmentação Melaninas Polimorfismo genético Fenótipo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | identificação humana | Pigmentação | predição fenotípica | Snp | Genética Forense |
Resumo
A pigmentação em humanos é muito variável entre os indivíduos, principalmente devido à melanina, cuja síntese está sob controle genético. Os dois tipos principais deste polímero são feomelanina, responsável pela pigmentação mais clara e eumelanina, relacionada à pigmentação escura. Os principais genes envolvidos na pigmentação são MC1R, ASIP, TYR, SLC24A5 e SLC45A2, HERC2 e OCA2, e seus polimorfismos vêm sendo bastante estudados visando à predição de características físicas, principalmente devido a suas relações com populações específicas. As variações nesses genes e suas interações têm sido relacionadas com a grande diversidade fenotípica da cor da pele, cabelos, olhos e sensibilidade ao sol, portanto, as bases genéticas da pigmentação devem ser estudadas de forma integrada, devendo-se analisar o conjunto dos genes envolvidos e dos fenótipos determinados. A predição de fenótipos por meio de informações genéticas vem beneficiando a área forense, pois tem possibilitado inferir características físicas a partir de amostras biológicas e, assim, direcionar buscas de suspeitos de crimes e identificar vítimas. Levando-se em consideração que pele, cabelo e olhos variam muito na população, ao se obter estas informações, seria possível sua associação com um indivíduo específico, ou reduzir o grupo a ser investigado. Esta ponte é favorecida ainda mais pelas diferenças genéticas presentes entre diferentes etnias. O presente estudo tem como objetivo avaliar polimorfismos nos genes MC1R, TYR, ASIP, SLC24A5 e SLC45A2 na população brasileira, visando estabelecer o quanto a predição de características físicas pode ser significativa em uma população tão miscigenada, para poder ser aplicada na prática forense. (AU)
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