| Processo: | 12/02409-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço |
| Pesquisador responsável: | Emmanuel Gomes Ciolac |
| Beneficiário: | Emmanuel Gomes Ciolac |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Pesquisadores associados: | Edimar Alcides Bocchi ; Guilherme Veiga Guimarães ; Julia Maria D'Andrea Greve |
| Assunto(s): | Exercício físico Transplante de coração Densidade óssea Equilíbrio postural Composição corporal Qualidade de vida |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Capacidasde física | Composição Corporal | Densidade mineral óssea | equilíbrio | exercício físico | Transplante Cardiaco | Adaptações crônicas ao exercício físico |
Resumo
O treinamento físico realizado em solo é uma modalidade bem estabelecida de reabilitação e contribui com a melhora de muitas alterações fisiológicas no indivíduo transplantado cardíaco. Não existem relatos de treinamento físico em piscina aquecida para essa população, bem como a análise de composição corporal e formação óssea. Objetivo: Avaliar o efeito do treinamento físico em piscina aquecida sobre a densidade mineral óssea, capacidade física, composição corporal, equilíbrio, marcadores de formação óssea, qualidade de vida e pressão arterial de indivíduos submetidos a transplante cardíaco. Metodologia: Serão estudados 55 indivíduos de ambos os sexos, com idade entre 18 e 70 anos, submetidos a transplante cardíaco há pelo menos 4 meses, os quais serão divididos em três grupos: Grupo 1 (G1; n=20) - treinamento em piscina, Grupo 2 (G2; n=20) - treinamento em solo e Grupo 3 (G3; n=15) - controle sedentário. Todos os grupos serão avaliados com teste ergoespirométrico e isocinético, densitometria óssea (DMO), teste de equilíbrio (plataforma de força), marcadores de formação óssea, medida ambulatorial de pressão arterial (MAPA), função endotelial e índice de qualidade de vida e satisfação. O G1 e G2 realizarão um programa de condicionamento físico (48 sessões) em piscina aquecida ou em solo, respectivamente, enquanto que G3 será orientado a manter sua rotina habitual. Todos os participantes da pesquisa serão reavaliados após 12 e 24 semanas de seguimento. Desta forma, suprindo a necessidade de estudos que mostrem alternativas de exercícios físicos, espera-se determinar o impacto do treinamento em piscina aquecida na população de transplantados cardíacos. (AU)
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