| Processo: | 12/51239-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Sociologia |
| Pesquisador responsável: | Renato José Pinto Ortiz |
| Beneficiário: | Renato José Pinto Ortiz |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Ambientalismo Ciberativismo Organização não governamental Organizações internacionais Sociedade civil Racionalização Livros Publicações de divulgação científica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ambientalismo | Ciberativismo | Ciencia | Ongs Internacionais | Racionalizacao | Sociedade Civil |
Resumo
Este livro resulta de pesquisa empírica e reflexão teórica sobre a ONG Internacional Greenpeace, orientadas pelas seguintes questões: podem as ONGs internacionais ser consideradas "contrapoderes"? Deve-se realmente levar em conta a existência de uma "Sociedade Civil Mundial"? A pesquisa empírica consistiu de entrevistas, análise de documentos institucionais, textos e imagens de campanha. A reflexão teórica combinou o estudo cosmológico ancorado no livro de Émile Durkheim intitulado: "As Formas Elementares da Vida Religiosa" e na sociologia de Max Weber sobre a racionalização. A partir do contexto contracultura de surgimento do Greenpeace, são analisados sua cosmologia, produção de conhecimento, uso da ciência como fonte de legitimação, institucionalização e racionalização, novas práticas políticas, ações diretas, ciberativismo e produção de imagens. Assim como Weber identifica elementos da ética protestante na racionalidade capitalista, esta pesquisa revela elementos da cosmologia contracultura norte-americana dos anos (1960-1970) nos processos de racionalização de movimentos ambientalistas e organizações não governamentais internacionais. Do mesmo modo que na "Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo", no universo do Greenpeace as motivações iniciais de emancipação se perdem em meio às exigências práticas impostas pelo encadeamento de ações racionais com relação a fins legitimadas pela ciência. (AU)
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