| Processo: | 13/05507-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | José Jurandir Fagliari |
| Beneficiário: | José Jurandir Fagliari |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Jaboticabal |
| Assunto(s): | Mastite animal Proteínas da fase aguda Caprinos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caprinos | Mastite clínica | Mastite subclínica | proteínas de fase aguda | Sds-Page | Patologia Clínica Veterinária |
Resumo
O leite de cabra tem sido cada vez mais utilizado como base para alimentos medicinais e produz subprodutos de alto valor, como o queijo, que tem bom preço de mercado. Um fator limitante à indústria leiteira é a presença de enfermidades, em especial da mastite, que quando não tratada constitui-se em sério problema, com perdas econômicas consideráveis. Resultados de pesquisas sugerem que no futuro a mensuração de proteínas de fase aguda (PFAs), marcadores de inflamação altamente sensíveis, será utilizada na rotina veterinária para avaliar a saúde do animal e do rebanho, otimizar o desempenho produtivo, monitorar a eficácia de terapias antibióticas e detectar doenças inaparentes ou subclínicas, como a mastite. Apesar do valor das determinações de PFAs na clínica médica de caprinos, há poucas informações disponíveis na literatura. Assim, o objetivo deste estudo é avaliar as alterações da secreção láctea mediante o uso do teste da caneca do fundo preto, California Mastitis Test, contagem de células somáticas, perfil microbiológico e determinar o perfil bioquímico, em especial de proteínas de fase aguda, dos soros sanguíneo e lácteo de cabras com mastite clínica ou subclínica, de ocorrência natural. Antes da ordenha as glândulas mamárias serão avaliadas por meio de inspeção e palpação. Logo após será realizado o teste da caneca de fundo escuro e o California Mastitis Test. A seguir será realizada assepsia da teta e colheita de amostras da secreção láctea para contagem de células somáticas (CCS), cultura microbiológica e determinação do perfil bioquímico do soro lácteo. As amostras de sangue para obtenção do soro serão colhidas mediante punção jugular, em tubo sem EDTA. Após retração do coágulo e centrifugação as alíquotas serão acondicionadas em freezer a -20ºC, para posterior análise laboratorial. (AU)
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