Resumo
O carcinoma celular escamoso (SCC) ocupa a segunda posição em frequência e é biologicamente mais agressivo que o carcinoma basocelular. O SCC superexpressa o receptor do fator de crescimento epidermal (EGFR), que é responsável pela sinalização da comunicação extracelular ao núcleo e é comumente relacionada a prognóstico desfavorável. A interrupção da via de sinalização pela administração de cetuximabe, um anticorpo monoclonal, é uma estratégia atual para a inibição do crescimento tumoral. A quimioterapia tópica desses tumores é uma estratégia promissora para a redução dos efeitos colaterais. Contudo, para alcançar o SCC, o fármaco precisa atravessar a barreira do estrato córneo (SC). O uso de métodos físicos, tais como iontoforese e ultrassom de baixa frequência (LFS), é necessário para perturbar o SC e permitir que o cetuximabe alcance as células tumorais em altas concentrações. Além disso, a atividade do anticorpo é conformação dependente, significando que a agregação causa interação do cetuximabe com EGFR. Portanto, a administração tópica de cetuximabe | possivelmente requer um sistema de liberação. O objetivo desse trabalho é estudar diferentes estratégias tais como LFS, iontoforese e sistemas de liberação para a liberação tópica de cetuximabe para o tratamento de SCC. Lipossomas contendo cetuximabe, encapsulado ou covalentemente ligado, serão desenvolvidos. A influência do LFS e iontoforese na penetração tumoral será testada e a eficácia do sistema de liberação investigada in vivo. (AU)
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