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Identificação dos mecanismos de ação da violaceína e seus intermediários contra Plasmodium spp

Processo: 14/17325-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 29 de setembro de 2014 - 07 de novembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Fabio Trindade Maranhão Costa
Beneficiário:Fabio Trindade Maranhão Costa
Pesquisador visitante: Elizabeth Bilsland
Inst. do pesquisador visitante: University of Cambridge, Inglaterra
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/16525-2 - Plasmodium vivax: patogênese e infectividade, AP.TEM
Assunto(s):Plasmodium  Malária  Violaceína 

Resumo

Parasitas do gênero Plasmodium (agente causador da malária) são responsáveis por mais de meio milhão de mortes por ano; e este problema pode ser agravado pela crescente resistência destes parasitas a drogas disponíveis no mercado. O desenvolvimento de novos medicamentos contra a malária é, portanto, de vital importância. Violaceína é um pigmento violeta indocarbazole produzido naturalmente por bactérias do gênero Chromobacterium, que são encontrados na água e no solo de regiões tropicais do mundo. Violaceína tem atividades antiparasitárias e o potencial de induzir apoptose em células cancerosas. Violaceína mata estirpes de Plasmodium falciparum resistentes à artesunato e cloroquina (in vitro ) e controla a malária em camundongos. Estas características indicam o potencial de desenvolvimento da Violaceína para o uso clínico. No entanto, o modo de ação deste composto permanece desconhecido, assim, a identificação dos alvos da violaceína e poderia contribuir para o desenvolvimento potencial desta molécula como um agente terapêutico. A produção em larga escala de violaceína, até agora, não tem sido eficiente, restringindo seu uso. Aqui propomos otimizar a síntese e purificação de violaceína e compostos intermediários (através da utilização de plasmídeos sintéticos em Escherichia coli), e avaliar a atividade antiplasmodial destes produtos. Além disso, pretendemos verificar o modo de ação da violaceína sugerido pelo seu perfil químico-genômico, visando a publicação de um manuscrito combinando resultados obtidos e Cambridge e na UNICAMP, e elaborar uma proposta de co-financiamento para o desenvolvimento de uma terapia baseada neste composto. (AU)