| Processo: | 14/50268-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Acordo de Cooperação: | University of Melbourne |
| Pesquisador responsável: | Dario Simões Zamboni |
| Beneficiário: | Dario Simões Zamboni |
| Pesquisador Responsável no exterior: | HAYLEY NEWTON |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Melbourne , Austrália |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08216-2 - CRID - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias., AP.CEPID |
| Assunto(s): | Legionella Células eucarióticas Fatores de virulência Macrófagos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Microbiologia |
Resumo
Bactérias do gênero Legionella são agentes causadores da doença dos legionários, uma pneumonia potencialmente fatal que à adquirida pela respiração de gotículas de água contaminada. Grande parte do conhecimento adquirido acerca da Legionella e da doença e dos legionários é proveniente dos estudos realizados com L. pneumophila, no entanto uma proporção significativa dos casos de doença dos legionários é causada por uma outra espécie do gênero chamada L. longbeachae, especialmente nos países do hemisfério sul. A colaboração estabelecida entre os pesquisadores Dr Zamboni e Dr Newton prevê a combinação de suas expertises para estabelecer estudos pioneiros relacionados a investigação das estratégias utilizadas por L. longbeachae para estabelecer a infeção e as respostas do hospedeiro para restringir a replicação bacteriana. Especificamente, serão estabelecidas duas linhas principais de investigação: (1) Desenvolver e caracterizar um modelo murino de infeção por L. longbeachae para delinear as vias de sinalização que operam no hospedeiro vertebrado para controlar a infeção; (2) desenvolver ferramentas genéticas para estudar possíveis fatores de virulência presentes somente em L. longbeachae que operam durante o processo de infecção de macrófagos e em modelo murino de infeção in vivo por essa bactéria. A compreensão desse processo infeccioso e pode facilitar o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para o controle e prevenção das infecções bacterianas. (AU)
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