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Efeito método canguru na redução do estresse crônico de bebês e mães de prematuros internados em unidade neonatal

Processo: 15/04171-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2015 - 30 de junho de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem de Saúde Pública
Pesquisador responsável:Carmen Gracinda Silvan Scochi
Beneficiário:Carmen Gracinda Silvan Scochi
Instituição-sede: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados: Sandra Regina de Souza
Assunto(s):Enfermagem neonatal  Unidades de terapia intensiva neonatal  Cuidado da criança  Recém-nascido prematuro  Método mãe canguru  Estresse psicológico  Hidrocortisona  Mães 

Resumo

INTRODUÇÃO: Tanto bebês prematuros (PT) como suas mães vivenciam situações estressantes durante a permanência na unidade neonatal (UN). Temos como hipótese que o Método Canguru (MC) pode ajudar a reduzir esse estresse, assim nossos objetivos são: analisar o estresse materno durante a permanência na UN e no último trimestre de gestação quando o parto ocorre prematuramente; avaliar a efeito do MC em reduzir o estresse crônico do prematuro e suas mães e comparar o estresse crônico entre PT submetidos ao MC e ao cuidado convencional. MÉTODO: Trata-se de estudo comparativo prospectivo. Amostra contará com 25 binômios mãe-bebê submetidos ao MC e 25 sem vivenciar o método (controle). Critérios de Inclusão: PT com idade gestacional de até 34 semanas admitidos na UTI Neonatal e ou Unidade de Cuidados Intermediário Neonatal (UCIN), que ficarem em incubadora ou berço aquecido. Serão coletados os dados demográficos da mãe e do PT; aplicada as escalas de medida de estresse PSS:NICU e PSS para a mãe e coletado material biológico (unhas) da mãe e PT. Duas amostras de unhas maternas serão coletadas: na terceira semana e terceiro mês pós-parto. A coleta das unhas do bebê será feita quando ele tiver três meses de vida, em amostra única. Os materiais biológicos serão enviados à um laboratório especializado no Canadá. A análise dos dados das escalas será por meio de estatística descritiva e a do estresse biológico através do cortisol e desidroepiandrosterona das unhas nos diferentes grupos. (AU)