Resumo
Pectus excavatum (PE) é a deformidade mais comum de parede torácica, ocorrendo em aproximadamente 1/1000 pessoas. Atualmente, o tratamento cirúrgico por meio da técnica minimamente invasiva está se consolidando como técnica de eleição para o tratamento dessa afecção. Nesta técnica se coloca uma barra metálica temporária, em posição retroesternal, empurrando o esterno sem que seja necessária a ressecção de cartilagens. Apesar das vantagens obtidas com esta técnica, ela não está isenta de complicações sendo que o deslocamento da barra é um dos principais. No sentido de minimizar esse problema desenvolvemos um novo modelo de estabilizadores, além de todo o instrumental necessário para realizar a cirurgia minimamente invasiva. O objetivo principal deste estudo é comparar em dois grupos cirúrgicos o uso do estabilizador oblíquo em relação ao estabilizador perpendicular convencional no sentido de determinar qual deles apresenta menor índice de deslocamento da barra metálica. Além disso, este estudo também visa avaliar todo o conjunto de instrumentos desenvolvido por empresa nacional, para a realização deste tipo de cirurgia, que tenha custo compatível com nossa realidade econômica, e que possa ser acessível aos pacientes da Saúde Pública. Com relação à mensuração da severidade do defeito da parede torácica, o principal método utilizado é a tomografia computadorizada, que expõe o paciente à radiação ionizante. Este estudo também propõe o uso de método não irradiante de aferição, através do escâner de luz estruturada Artec EVA, evitando os inconvenientes da exposição a irradiação. (AU)
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