| Processo: | 15/17329-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Camilo Dias Seabra Pereira |
| Beneficiário: | Camilo Dias Seabra Pereira |
| Instituição Sede: | Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santos |
| Pesquisadores associados: | Denis Moledo de Souza Abessa ; Eduardo Alves de Almeida ; Julián Blasco Moreno ; Luciane Alves Maranho ; Maria Laura Martin Diaz ; Tomas Angel Del Valls Casillas ; Wagner Vilegas |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/13210-1 - Quantificação de cocaína em diferentes matrizes: água marinha e organismos marinhos, BP.TT |
| Assunto(s): | Cocaína Cocaína crack Bivalvia Toxicologia ambiental Drogas ilícitas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ambientes marinhos | Avaliação de Risco Ambiental | Bivalves | cocaína | Crack | drogas ilicitas | Toxicologia Ambiental |
Resumo
As drogas ilícitas são um crescente problema social e de saúde pública no mundo. Milhões de pessoas são consumidoras dessas substâncias, sendo que a cocaína está entre os mais consumidos. O consumo e tráfico de cocaína na América do Sul têm se tornado mais proeminente, particularmente no Brasil. Os principais responsáveis pelo aporte de substâncias emergentes (como as drogas ilícitas) no ambiente marinho são os efluentes domésticos, através de emissários submarinos. Baseado em estudos pretéritos do nosso grupo que identificaram a presença de cocaína em água superficial na Baía de Santos, bem como efeitos biológicos em concentrações ambientalmente relevantes, surge à necessidade da avaliação do risco ambiental de drogas ilícitas em ambientes costeiros através de uma metodologia escalonada que contemple a quantificação em matrizes ambientais (água superficial e bioacumulação em organismos marinhos) e o estudo ecotoxicológicos empregando como modelo um organismo marinho sentinela (Perna perna). Este projeto representa o primeiro estudo sobre concentrações de drogas ilícitas em um ecossistema subtropical marinho e também a primeira avaliação sobre os possíveis danos produzidos por drogas ilícitas à biota marinha, no Brasil e também no mundo. Para atingir esse objetivo, será proposta a coleta e quantificação da cocaína em laboratório em amostras ambientais, assim como a avaliação da toxicidade aguda e crônica do crack em mexilhões Perna perna. Esta proposta visa aportar informações de tais efeitos para chamar a atenção a esse tipo de contaminação, assim como propor ferramentas para o biomonitoramento e futura aplicação em legislações ambientais. (AU)
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