| Processo: | 17/09927-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Eduardo Melani Rocha |
| Beneficiário: | Eduardo Melani Rocha |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Oftalmologia Insulina Córnea Canabidiol Inflamação Proliferação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Canabidiol | cornea | Inflamação | Insulina | proliferação | Oftalmologia |
Resumo
Doenças da córnea estão entre as principais causas de cegueira e os mecanismos de lesão e reparação estão em grande parte concentrados no epitélio e na secreção lacrimal. Porém os mediadores-alvo para possíveis intervenções terapêuticas na modulação da reparação são desconhecidos. No epitélio da córnea, a cicatrização é promovida pela insulina e fatores de crescimento e mediada por uma boa estrutura trófica e neural. Nas lesões do epitélio da córnea a formação de metabólitos endógenos contribuem para a inflamação exagerada que atrasa ou impede o fechamento da ferida, leva a erosão e dano ao estroma, e prejudica a restauração da transparência da córnea. Nossa hipótese geral é que o canabidiol e a insulina promovem o equilíbrio na resposta inflamatória frente a uma agressão ao epitélio da córnea. Eles podem ter secreção e ação parácrina e/ou via secreção lacrimal. O objetivo deste projeto é identificar os efeitos do canabidiol e da insulina na proliferação e resposta inflamatória do epitélio ode córnea em cultura. Técnicas de cultura de células epiteliais da córnea, tratamento com canabidiol, insulina, e desafio com LPS, capsaicina e mentol serão seguidos de dosagens de citocinas por ELISA, qRT- PCR identificação dos mediadores inflamatórios TNF-±, MMP-2, MMP-9, IL-1² e IL-6 com ou sem o estímulo de agonistas e antagonistas dos respectivos receptores. As medidas de proliferação, quantidade e viabilidade celular também serão feitas nas situações indicadas. Os ensaio oferecerão indicação das formulações a serem usadas em modelos animais de lesão corneana em ratos expostos a NaOH a 1 M (dose única) ou BAC a 0,2 % 2x dia por 7 dias. Essas condições serão comparadas por exame direto, testes de secreção, histologia e qRT-PCR com controles sem tratamento e sem lesão provocada. Os resultados permitirão verificar os possiveis efeitos dose resposta e potencial sinérgico do canabidiol e da insulina nas estratégias de modulação terapêutica. As informações podem ser utéis para futura aplicação em eventos como defeito epitelial persistente e inflamação da córnea. (AU)
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