Resumo
A dor é a principal causa de sofrimento animal. Não se pode tratá-la sem identificá-la, daí a importância de ferramentas validadas que afiancem uma avaliação precisa da dor e do efeito qualitativo e temporal de analgésicos. Após a avaliação, há o desafio de pesquisar novas estratégias terapêuticas para suprir a terapia anti-álgica. Propomos dois grandes desafios: 1) Validar escalas que avaliem a dor e qualidade de vida em animais e 2) tratar a dor aguda e crônica por métodos farmacológicos e não convencionais. Para o primeiro propõe-se validar clinicamente as escalas de dor em gatos (versão curta a partir da escala Unesp-Botucatu já consagrada), equinos e bovinos, validadas experimentalmente no temático anterior; desenvolver novas ferramentas para avaliar a dor de equinos, pela linguagem corporal e escala de qualidade vida e validar as escalas de dor para as espécies asinina, ovina e caprina. Para cada escala, após extenso trabalho de filmagem, construiremos etogramas, edição e análise de vídeos por avaliadores, seguido de modelagem estatística validada em estudos do temático anterior e com metodologia considerada como o único instrumento validado disponível na literatura (MEROLA; MILLS, 2016). Como a avaliação da dor só têm importância quando os animais se beneficiam do tratamento, o segundo apelo é tratar a dor e melhorar a qualidade de vida dos animais. Para tal avaliaremos protocolos sedativos e analgésicos precisos mediante modelagem farmacocinética-farmacodinâmica em equinos e cães; avançaremos no estudo de técnicas complementares (acupuntura, fitoterapia, implante de células-tronco e ozônio) e buscaremos tornar mais precisos os bloqueios anestésicos espinhais guiados por ultrassonografia. (AU)
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