| Processo: | 17/20081-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Carlos Humberto Corassin |
| Beneficiário: | Carlos Humberto Corassin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Pirassununga |
| Assunto(s): | Queijo Microscopia eletrônica de varredura Micotoxinas Cromatografia Biodisponibilidade Micro-organismos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biodisponibilidade | Cromatografia | Micotoxinas | Microorganismos | microscopia eletrônica de varredura | queijos | Microbiologia e Micotoxicologia de Alimentos |
Resumo
O projeto tem por finalidade verificar a ocorrência de aflatoxina M1 em leite e queijo Minas frescal em laticínios, com inspeção oficial, que produzam este queijo com e sem a adição de bactérias ácido lácticas. Além disto, avaliar a eficiência das bactérias ácido lácticas e de Saccharomyces cerevisiae para utilização como aditivo alimentar para a redução da biodisponibilidade de aflatoxina M1 em queijo Minas frescal. Adicionalmente, constatar o efeito da adição destes microrganismos sobre o tempo de vida de prateleira do queijo Minas frescal, e identificar o mecanismo de ligação envolvido entre as bactérias ácido lácticas, Saccharomyces cerevisiae e a aflatoxina M1. Para os testes de redução de biodisponibilidade serão produzidos, em condições experimentais, queijos Minas frescal com leite contaminado com aflatoxina M1, e adicionadas bactérias ácido lácticas e Saccharomyces cerevisiae durante o processo produtivo. A eficiência destes microrganismos em reduzir a biodisponibilidade de aflatoxina M1, nos queijos, será avaliada através de cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) e os possíveis efeitos sobre o tempo de vida de prateleira serão avaliados através de análises físico-químicas e microbiológicas dos queijos Minas frescal. A identificação do mecanismo de ligação entre as bactérias ácido lácticas, Saccharomyces cerevisiae e a aflatoxina M1 será realizada por microscopia eletrônica de varredura. As análises estatísticas serão feitas de acordo com os procedimentos estabelecidos no General Linear Model do SAS para a verificação de diferenças estatisticamente significativas. (AU)
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