| Processo: | 17/50268-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Acordo de Cooperação: | University of Queensland |
| Proposta de Mobilidade: | SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade |
| Pesquisador responsável: | Ana Maria Moura da Silva |
| Beneficiário: | Ana Maria Moura da Silva |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Bryan Fry |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Queensland, Brisbane (UQ) , Austrália |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Fisiopatologia Coagulação sanguínea Toxinas em animal Venenos de serpentes Antivenenos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Farmacologia |
Resumo
A coagulação do sangue e o sistema fibrinolítico são alvos que surgiram de forma convergente por organismos tóxicos em múltiplas ocasiões. O Brasil é um dos principais países afetados por acidentes ofídicos, principalmente por espécies de Bothrops que possuem venenos coagulotóxicos. No entanto, o conhecimento atual sobre os componentes coagulotóxicos dos venenos botrópicos refere-se aos mecanismos de ação de toxinas individuais ou inferências evolutivas com base na sua abundância em venenos de diferentes espécies. Neste estudo, propomos examinar as relações estruturais e funcionais que atuam como pressão seletiva na evolução das coagulotoxinas. Esses efeitos serão testados usando os equipamentos de última geração na Integrative Blood Coagulation Research Core Facility, Universidad de Queensland, em uma grande variedade de venenos de serpentes brasileiras de diferentes gêneros. Ao fazer uso de vários ensaios que monitoram o sistema global de coagulação, avaliaremos qualitativa e quantitativamente as características (pró) coagulantes dos venenos e toxinas purificadas. Além de contribuir com o conhecimento sobre a teoria evolutiva dos venenos, este trabalho também terá implicações diretas para o tratamento dos pacientes através da melhor compreensão da fisiopatologia do envenenamento e determinando o efeito relativo da neutralização dos antivenenos sobre os efeitos coagulotóxicos específicos. (AU)
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