| Processo: | 14/13124-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Ana Maria Moura da Silva |
| Beneficiário: | Leijiane Figueira de Sousa |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/15170-0 - Caracterização de mecanismos envolvidos nos distúrbios hemostáticos induzidos por venenos de Bothrops atrox de três locais da Amazônia Brasileira, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Fisiopatologia animal Proteômica Venenos de serpentes Toxicologia Bothrops |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bothrops atrox | Ecologia | Fisiopatologia | proteômica | Variabilidade | veneno | Toxinologia |
Resumo No Brasil, os envenenamentos ofídicos representam um importante problema de saúde pública e no oeste do Pará ocorre uma alta incidência de acidentes ofídicos, causados principalmente pela serpente Bothrops atrox. Variações geográficas na composição dos venenos dessa espécie já foram relatadas e podem ser importantes para a adaptação das serpentes a diferentes ambientes, além de ter implicações para as manifestações clínicas dos envenenamentos em humanos e eficácia do tratamento por soroterapia. Contudo, as questões ambientais relacionadas a essa variabilidade ainda não foram bem esclarecidas. Essas questões tornam-se ainda mais relevantes no Oeste do Pará, pela riqueza da fauna ofídica e pela grande pressão antrópica a que vem sendo submetida essa região, em virtude do reordenamento espacial em curso, que poderá interferir na estrutura das comunidades ofídicas. Neste projeto desenvolveremos um estudo acurado sobre a composição dos venenos de B. atrox da região, visando identificar os componentes relacionados à sua variabilidade e antígenos relevantes para a produção de antivenenos mais efetivos. Para tanto, será analisada por proteômica a variabilidade na composição de venenos de B. atrox de populações geograficamente isoladas (Santarém e Oriximiná) e populações de diferentes cenários florísticos (floresta, savana e áreas degradadas) e ainda a variabilidade individual dentro de cada população. Os componentes relacionados a essa variabilidade serão caracterizados por espectrometria de massas, pela análise de suas atividades fisiopatológicas e pela reatividade com antivenenos. Os resultados serão interpretados tanto por suas implicações para a ecologia das serpentes quanto para os sintomas clínicos dos envenenamentos e eficácia da soroterapia. (AU) | |
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