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Infantile stress and neuropeptide Y (NPY) role in vulnerability of adolescent rats to development of PTSD

Resumo

O cuidado materno inibe a atividade do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, pois a privação dos cuidados maternos por 24h aumenta as concentrações plasmáticas de corticosterona. Sendo este um hormônio catabólico, o aumento de suas concentrações pode alterar a trajetória do desenvolvimento de estruturas encefálicas envolvidas com o comportamento emocional. A privação materna imposta nos dias pós-natais 3 (PM3) ou 11 (PM11) produz consequências distintas no comportamento emocional de ratos adolescentes machos e fêmeas, sendo que PM3 produz aumento de comportamentos do tipo ansioso e depressivo nos testes de labirinto em cruz elevado, supressão da alimentação por novidade, preferência por sacarose e teste do nado forçado, enquanto que PM11 resulta em comportamento do tipo depressivo. A avaliação do neuropeptídio Y, um fator de resiliência, indicou que a PM, independentemente da idade em que foi imposta, produziu redução na amígdala, hipotálamo e hipocampo, o que sugere que animais PM11 possam ser vulneráveis a outros transtornos comportamentais. Portanto, o objetivo desse projeto é testar se PM3 ou PM11, aumenta a vulnerabilidade de ratos adolescentes para desenvolver transtorno de estresse pós-traumáticos (TEPT) induzido por trauma de afogamento, avaliando o perfil de comportamento emocional para analisar a prevalência de animais com histórico de estresse infantil. Nossa hipótese é que adolescentes expostos à PM serão mais afetados para o perfil de TEPT. (AU)