Busca avançada
Ano de início
Entree

Infantile stress and neuropeptide Y (NPY) role in vulnerability of adolescent rats to development of PTSD

Processo: 17/50378-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2018 - 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Proposta de Mobilidade: SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade
Pesquisador responsável:Deborah Suchecki
Beneficiário:Deborah Suchecki
Pesq. responsável no exterior: Gal Richter-Levin
Instituição no exterior: University of Haifa, Israel
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/26364-4 - Mecanismos neurobiológicos envolvidos nas consequências emocionais tardias da privação maternal, AP.R
Assunto(s):Privação materna  Estresse psicológico  Neuropeptídeo Y  Hipotálamo  Corticosterona  Cooperação internacional 

Resumo

O cuidado materno inibe a atividade do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, pois a privação dos cuidados maternos por 24h aumenta as concentrações plasmáticas de corticosterona. Sendo este um hormônio catabólico, o aumento de suas concentrações pode alterar a trajetória do desenvolvimento de estruturas encefálicas envolvidas com o comportamento emocional. A privação materna imposta nos dias pós-natais 3 (PM3) ou 11 (PM11) produz consequências distintas no comportamento emocional de ratos adolescentes machos e fêmeas, sendo que PM3 produz aumento de comportamentos do tipo ansioso e depressivo nos testes de labirinto em cruz elevado, supressão da alimentação por novidade, preferência por sacarose e teste do nado forçado, enquanto que PM11 resulta em comportamento do tipo depressivo. A avaliação do neuropeptídio Y, um fator de resiliência, indicou que a PM, independentemente da idade em que foi imposta, produziu redução na amígdala, hipotálamo e hipocampo, o que sugere que animais PM11 possam ser vulneráveis a outros transtornos comportamentais. Portanto, o objetivo desse projeto é testar se PM3 ou PM11, aumenta a vulnerabilidade de ratos adolescentes para desenvolver transtorno de estresse pós-traumáticos (TEPT) induzido por trauma de afogamento, avaliando o perfil de comportamento emocional para analisar a prevalência de animais com histórico de estresse infantil. Nossa hipótese é que adolescentes expostos à PM serão mais afetados para o perfil de TEPT. (AU)