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Estudo da interação de células dendríticas com f. pedrosi para o desenvolvimento de protocolos de vacinação na cromoblastomicose experimental

Processo: 05/56662-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2006
Vigência (Término): 31 de outubro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Sandro Rogerio de Almeida
Beneficiário:Maria da Gloria Sousa Stafocker
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cromoblastomicose   Células dendríticas   Fonsecaea pedrosoi

Resumo

A cromoblastomicose é uma micose subcutânea crônica causada por fungos da família DEMATICEAEA, sendo o principal agente etiológico a Fonsecaea pedrosoi. É uma micose freqüentes em países de clima tropical e subtropical, refratária aos mais diversos tratamentos. Os mecanismos imunológicos envolvidos na prevenção e controle da infecção por F. pedrosoi ainda são desconhecidos. Alguns estudos têm focado na interação parasito-hospedeiro, mostrando predominantemente à resposta imune celular, com ativação de macrófagos envolvendo a fagocitose, entretanto, raramente observa-se a morte das células fúngicas. As células dendríticas são células apresentadoras de antígenos capazes de fazer o "link" entre a resposta imune inata e adaptativa. sendo as únicas a migrarem para os órgãos linfóides secundários para apresentarem o antígeno aos linfócitos T naive, tornando-as células apresentadoras de antígenos "profissionais". Em vários modelos de doenças infecciosas, as células dendríticas vêm sendo estudada por sua capacidade de servir como adjuvante e vacina mediando proteção contra bactérias, vírus, parasitas ou patógenos fúngicos. Diversos estudos revelam a eficiência de células dendríticas em ensaios de vacinação para: C. albicans e L. major. O objetivo do trabalho é avaliar a interação das células dendriticas com conídios de F. pedrosoi e se essas células dendríticas pulsadas com RNA desse fungo são capazes de induzir uma imunidade protetora em camundonqos infectados. (AU)