| Processo: | 05/60207-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Fernando de Queiroz Cunha |
| Beneficiário: | Andressa de Freitas Mendes Dionisio |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biliverdina Sepse |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biliverdina | Co | Ho | Migracao De Neutrofilos | Sepse | Tlr4 |
Resumo O termo sepse é definido como síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SRIS) decorrente de uma infecção geralmente de origem bacteriana. Estudos realizados em nosso laboratório demonstraram que durante a sepse grave é observada uma falência da migração de neutrófilos para o foco infeccioso, havendo correlação positiva entre esse fenômeno e o aumento dos níveis séricos de citosinas, bacteremia e aumento da mortalidade dos animais. Interessantemente nós demonstramos ainda que o óxido nítrico (NO) liberado pela ação da enzima óxido nítrico sintase induzida (iNOS) atua como mediador fundamental no processo da falência da migração celular. Levando-se em consideração dados da literatura demonstrando que a expressão da enzima HO-1 encontra-se aumentada durante a sepse, e que os produtos da enzima HO são capazes de modular o processo inflamatório localizado, estamos hipotetizando que a indução da enzima HO-1 possa também contribuir para o processo de falência da migração de neutrófilos para o foco infeccioso. Assim, no presente projeto pretendemos avaliar a participação dos produtos da enzima HO na falência da migração de neutrófilos para o foco infeccioso e no desenvolvimento da resposta inflamatória sistêmica após sepse polimicrobiana e consequente sobrevivência e alterações hemodinâmicas dos animais submetidos à sepse. Além disso, é objetivo desse trabalho avaliar se existe uma possível interação entre TLR4 e a enzima HO no modelo de sepse. (AU) | |
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