| Processo: | 07/55350-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas |
| Pesquisador responsável: | Angela Maria Carneiro Araújo |
| Beneficiário: | Bruno José Rodrigues Durães |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 06/61142-3 - A crise do trabalho e as experiências de geração de emprego e renda: as distintas faces do trabalho associado e a questão de gênero, AP.TEM |
| Assunto(s): | Trabalho Informalidade Precarização |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Camelo | Informalidade | Nova Informalidade | Precarizacao | Trabalho | Trabalho De Rua |
Resumo O presente trabalho constitui-se de um estudo sobre os trabalhadores de rua d© Campinas, especificamente, os camelôs que ofertam produtos eletrônicos no Terminal Central (de ônibus) desta cidade, os camelôs de produtos tecnológicos. Pretende-se responder a seguinte indagação: será esse trabalho de rua de Campinas (modernizado/reconfigurado, de produtos tecnológicos), o camelô de tecnologia, uma forma diferenciada de relação de trabalho informal de rua, na qual a lógica predominante seja a do negócio (do lucro), da empresa e não a dó trabalhador (ligado a sobrevivência), na qual se evidencia uma separação entre capital (donos dos meios e do dinheiro) e trabalho (força de trabalho sub-contratada)? Como objetivo geral desta pesquisa, temos: demonstrar como que o dito setor informal ou o circuito inferior da economia (no caso os camelôs de tecnologia do terminal central de Ônibus de Campinas/SP) não está isolado do setor formal ou do circuito superior, ao contrário, está em estreita conexão, mais do que em simbiose, sofre interferências diretas do mundo formal e se reconfigura nessa relação. O processo de observação está estruturado em dois níveis: 1) fonte primária, entrevistas qualificadas (com uso de questionário); e 2) fonte secundária, jornais e literatura específica sobre Informalidade. (AU) | |
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