| Processo: | 08/56433-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 01 de setembro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Iolanda de Fátima Lopes Calvo Tibério |
| Beneficiário: | Flávia Castro Ribas de Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Pulmão Pneumopatias Asma Tecido parenquimatoso Glucocorticoides Óxido nítrico sintase tipo II Resposta inflamatória Remodelação das vias aéreas Montelucaste de sódio |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Corticosteroide | Inflamacao Pulmonar | Inos | Montelucaste | Paranquima Pulmonar | Remodelamento Pulmonar |
Resumo A presença de alterações inflamatórias e funcionais do pulmão distal evidenciam a participação desta região pulmonar na fisiopatologia da asma e alertam para a possibilidade de subtratamento da doença uma vez que a utilização dos esteróides inalatórios mais usados atualmente, apresentam sua deposição principalmente nas vias aéreas centrais e não na periferia pulmonar. A resposta inflamatória TH2+, do estresse oxidativo e as alterações da matriz extracelular no parênquima distal podem contribuir para o estabelecimento da irreversibilidade da alteração da função pulmonar observada em alguns dos pacientes asmáticos. Testaremos se o tratamento com montelucaste sódico, corticosteróide associado ou não ao tratamento de1400W (inibidor específico de iNOS) atenua a resposta inflamatória TH2+, o estresse oxidativo, o conteúdo de fibras colágenas e elásticas no parênquima pulmonar de cobaias com inflamação crônica. Será feita a correlação morfo-funcional por intermédio da avaliação da responsividade do parênquima distal ao desafio antigênico, utilizando o sistema de avaliação de mecânica oscilatória para fatias de parênquima pulmonar. Métodos: Animais serão expostos a aerossóis de ovoalbumina (grupo OVA) ou salina (grupo NS) 2x/semana/4semanas. Após a 4a inalação, os animais expostos à ovoalbumina serão também tratados com veículo, montelucaste (10mg/kg/PO), dexametasona (2mg/Kg/IP) associado ou não ao 1400W (2mg/Kg/dia/IP). Após 72 horas da última inalação, os animais serão sacrificados e um dos pulmões fixados com formaldeído10% e submetido às técnicas histológicas habituais com parafina. No outro pulmão, será cortada uma fatia periférica onde será avaliada a micromecânica oscilatória do tecido pulmonar. Após, esta fatia será também submetida às técnicas histológicas. Serão realizadas tanto no pulmão quanto no tecido periférico pulmonar as seguintes colorações: Picro-Sírius (fibras colágenas), Resorcina-Fucsina (fibras elásticas), LUNA (avaliação de eosinófilos), imunohistoquímica para iNOS, actina, IL4, IL5, IL13, IFN-gama e o 8-iso-PGF2 alfa (estresse oxidativo). Será utilizada análise morfométrica para quantificação da área e/ou células positivas para todas as colorações tanto em vias aéreas quanto no parênquima. (AU) | |
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