| Processo: | 10/15093-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Julia Maria Matera |
| Beneficiário: | Thaís Rodrigues Macedo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mesilato de imatinib Mastocitoma Oncologia Cães |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cão | c-KIT | mastocitoma | Mesilato de Imatinib | tirosina kinase | Oncologia |
Resumo O mastocitoma é a neoplasia cutânea maligna mais comum em cães, porém permanecem alguns dilemas relacionados ao seu comportamento biológico imprevisível. Sua apresentação mais freqüente é com formações isoladas, e a terapia de escolha é a cirurgia. Algumas vezes ele se apresenta com formações múltiplas ou metástases, ou tumores de alto grau (graus II ou III), e o tipo de tratamento é questionável. A quimioterapia é indicada em casos de tumores de alto grau, terapia adjuvante para citoredução tumoral, casos em que há metástases ou em casos de formações múltiplas, porém com respostas reduzidas nos tumores de alto grau. O protocolo de quimioterapia que apresenta melhor resposta é a combinação de vimblastina com prednisona. Uma nova linha de medicamentos, que age em áreas específicas das células neoplásicas, está sendo testada. Um deles é o Mesilato de Imatinib que age no receptor tirosino-quinase (c-Kit) mutado geneticamente. Algumas mutações no domínio da justamembrana do c-Kit foram observadas nos mastocitomas caninos, não necessitando da ligação com o Stem Cell Factor para serem ativados. Em teste clínico em animais com mastocitoma foi constatada a eficácia contra parte das neoplasias expostas a esta medicação. O objetivo deste trabalho é a avaliação da eficácia do mesilato de imatinib contra o mastocitoma canino, em comparação com a quimioterapia tradicional com vimblastina e prednisona, e os efeitos colaterais apresentados pela medicação. Bem como a avaliação da expressão do VEGF (fator de crescimento endotelial), a relação da expressão do KIT por RT-PCR e imunoistoquímica com a presença de mutações na justamembrana e a relação desta mutação com a resposta à terapia. | |
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