| Processo: | 11/04538-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Paula de Carvalho Papa Keohane |
| Beneficiário: | Juliana Shimara Pires Ferrao |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anatomia animal Animais domésticos Animais silvestres Linfedema |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | linfedema | Tratamento | Vegf-C | Anatomia dos Animais Domésticos e Silvestres |
Resumo O estudo sobre o tratamento de linfedema de membros, decorrente de mastectomia para correção de câncer de mama, em mulheres e cadelas foi pouco explorado até o momento. O tempo de formação de novos vasos linfáticos na área afetada depende de cada paciente, podendo demorar ou mesmo não acontecer. Nas cadelas, o linfedema geralmente se resolve em aproximadamente quinze dias, mesmo em casos de mastectomias totais, onde toda a cadeia mamária e de linfonodos é retirada. No entanto, ainda não se sabe como ou por que isso ocorre. Este estudo visa avaliar maneiras para que essa revascularização na área de linfedema ocorra com mais eficiência e em um tempo menor do que o habitual, além de uma melhor compreensão do uso da terapia gênica com VEGF-C no processo de revascularização em uma área afetada por linfedema, assim trazendo uma técnica que possa ser utilizada para a melhoria da qualidade de vida tanto para pacientes humanos quanto animais. Para tal, será utilizado um modelo de linfedema em membros de camundongos para comparação da revascularização com e sem a terapia gênica com VEGF-C. Após o tratamento, os grupos controle e com uso de VEGF-C serão comparados três (3), nove (9), quinze (15) e trinta (30) dias após a terapia gênica para avaliar o número de vasos linfáticos e sangüíneos utilizando-se imunohistiquímica, seguida de contagem estereológica. A expressão gênica de VEGF-A e C em ambos os grupos será analisada por PCR em Tempo Real (RT-PCR). A construção do vetor de VEGF-C será feita como descrita por Pereira-Lopes et al. (2010) em colaboração com CINTERGEN, UNIFESP. A análise estatística entre os grupos tratado e não tratado com terapia gênica será feita avaliação dos dados quanto a sua normalidade e variâncias para a escolha adequada do teste a ser realizado. Para distribuição normal e variâncias iguais será aplicado o teste paramétrico ANOVA ou t-Student, e quando não paramétrico o teste de Kruskal Wallis ou U-MannWhitney. Os dados serão analisados através do programa estatístico Minitab®, sendo consideradas diferenças significativas quando p<0,05. (AU) | |
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