| Processo: | 11/08712-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 29 de setembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | André Luis Bombeiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Regeneração axonal Plasticidade neuronal Neuroimunologia Sistema nervoso central |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Mhc-I | Pir-B | Plasticidade sináptica | Reatividade glial | regeneração axonal | Snc | Neuroimunologia |
Resumo O complexo principal de histocompatibilidade de classe I (MHC-I), presente em todas as células nucleadas, tem como função mais conhecida a apresentação de antígenos endógenos aos linfócitos T citotóxicos (CTLs), do sistema imunológico. No sistema nervoso central (SNC), tem-se sugerido sua participação nos processos plasticidade sináptica. Expresso em altas concentrações nos prolongamentos de neurônios lesados, atua na manutenção das sinapses inibitórias, assegurando que os gastos energéticos sejam direcionados ao reparo celular e não à comunicação ineficiente entre os neurônios. Dentre os ligantes do MHC-I, o receptor pareado semelhante à imunoglobulina B, com atividade inibitória, parece ser uma das moléculas-chave na comunicação entre neurônios via MHC-I, uma vez que também é expresso nos prolongamentos neuronais. Não apenas os neurônios, mas outros tipos celulares podem estar envolvidos nos processos de plasticidade sináptica, a exemplo das microglias, que englobam neurônios lesados e favorecem a retração dos terminais sinápticos, e dos CTLs, os quais podem clivar neuritos expressando altos níveis de MHC-I carreadores de peptídeos virais. Em função do exposto, o presente projeto tem como objetivo avaliar o envolvimento do MHC-I e seus ligantes quanto à interação de neurônios entre si, bem como de neurônios com CTLs e microglias. Acreditamos que os dados obtidos poderão fornecer subsídios para a melhor compreensão dos mecanismos envolvidos nos processos de plasticidade sináptica, assim como no tratamento de doenças degenerativas do SNC, em especial, das doenças auto-imunes. | |
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