| Processo: | 12/20456-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia |
| Pesquisador responsável: | André Luis Bombeiro |
| Beneficiário: | Sérgio Luiz Oliveira Nunes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neuroimunologia Sistema imune Astrócitos Linfócitos T Nervo isquiático Embriogênese Histocompatibilidade Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | astogliose | Mhc-I | Pir-B | transecção do nervo isquiático | Neuroimunologia |
Resumo Um número crescente de estudos vem demonstrando a participação das moléculas do complexo principal de histocompatibilidade de classe I (MHC-I) em processos distintos da apresentação antigênica às células T citotóxicas (T CD8) do sistema imunológico. Embora a expressão de moléculas do MHC-I pelos neurônios seja mínima em condições basais, foi demonstrando que essas células são capazes de aumentar significativamente a expressão de MHC-I frente às lesões, bem como em determinadas etapas do desenvolvimento embrionário. Além do receptor clássico do MHC-I presente nas células T (TCR), existem outras moléculas que também se ligam ao MHC-I, dentre elas os receptores pareados semelhantes à imunoglobulina B (PIR-B), de atividade inibitória, presentes em diversas células do sistema imunológico, bem como nos prolongamentos de neurônios lesionados ou em desenvolvimento embrionário. Alguns tipos de lesões nervosas periféricas podem desencadear respostas celulares retrógradas na medula espinal, como a cromatólise dos neurônios axotomizados acompanhada do aumento da reatividade astrocitária, sendo que nesses casos, os astrócitos podem atuar na remoção das sinapses desses neurônios danificados, os quais também podem superexpressar MHC-I. Cabe ressaltar que nas lesões periféricas não há inflamação na medula espinal, logo, o MHC-I expresso em sítios distais à lesão não atua no processo de vigilância imunológica. Em vista do exposto, o presente projeto propõe avaliar a participação das moléculas do MHC-I e do seu ligante PIR-B na reatividade astrocitária na medula espinal de camundongos, após a lesão do nervo isquiático. | |
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