| Processo: | 12/22750-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | Aline Barroso Spejo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/19954-2 - Regeneração de aferências primárias direcionadas a motoneurônios medulares por meio de terapia gênica com neurotrofina-3, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Fármacos neuroprotetores Neuroproteção Células-tronco mesenquimais Plasticidade neuronal Neurociências Inflamação Regeneração nervosa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células tronco mesenquimais | Inflamação | lesão de funículo anterior | Neuroproteção | Plasticidade sináptica | Regeneração nervosa | Neurociência |
Resumo A limitada capacidade regenerativa dos neurônios no sistema nervoso central e a formação de um ambiente inibitório no local da injúria representam o principal desafio para regeneração e reparo de injúrias à medula espinal. Neste sentido, a influência das células tronco mesenquimais (CTM) no microambiente medular, formação da cicatriz glial e seus efeitos sobre a inflamação, controle da gliose reativa, sobrevivência neuronal e plasticidade sináptica em motoneurônios lesionados, torna-se um importante objeto de estudo. Adicionalmente, o emprego do selante de fibrina, como substrato para as CTM, pode contribuit positivamente para o sucesso regenerativo no SNC. CTM modificam o ambiente inflamatório na fase aguda e reduzem efeitos da cicatriz glial inibitória na fase subaguda e crônica, promovendo um ambiente permissivo à extensão axonal. Pode ainda, prover fatores de crescimento que promovem sobrevivência e elongação axonal através das lesões à medula espinal. Para avaliar o poder neuroprotetor, neuroregenerativo e modulatório da inflamação e cicatriz glial do tratamento com selante de fibrina e/ou terapia com CTM após uma lesão central, será realizada uma lesão perfurante na região do funículo anterior direito, nos níveis medulares L4 e L5 (n=5, por grupo experimental). Após sobrevida de 7 dias após a lesão será realizado (1) RT-PCR em tempo real para VEGF, IL4, IL3, TNF±, IL6, arginase-1, iNOS, e TGF² e (2) imunohistoquímica com dupla marcação para IBA1 (marcador de microglia e macrófagos) e Arginase-1 (marcador de macrófago M2) para demonstração in situ da presença/reatividade de tais células. Após sobrevida de 14 dias serão realizadas (1) contagem neuronal por coloração de Nissl e (2) imunohistoquímica para sinaptofisina (marcador de sinapses). Com sobrevida de 8 semanas, serão realizados (1) teste comportamental para a análise da marcha dos animais (Catwalk), (2) análise da cicatriz glial por FISH (hibridação in situ fluorescente) e IH. Neste procedimento serão duplamente marcados GFAP (marcador de astrócitos - IH) e Condroitin-sulfato (FISH), (3) análise da regeneração neuronal através da cicatriz glial por FISH e IH. Neste procedimento serão duplamente marcados neurofilamentos (IH) e GAP-43 (marcador de neurônio em regeneração - FISH) e (4) análise qualitativa da produção de colágeno e laminina por CTM através de IH. | |
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