| Processo: | 13/16168-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 02 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | Gabriela Bortolança Chiarotto |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/02895-6 - Papel do MHC de Classe I na progressão da ela em camundongos 129Sv-G93A, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Riluzol Células-tronco mesenquimais Esclerose amiotrófica lateral |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células tronco mesenquimais | esclerose lateral amiotrófica | Plasticidade sináptica | riluzol | sobrevivência neuronal | tempol | Neurobiologia Celular |
Resumo A esclerose lateral amiotrófica é uma doença neurodegenerativa caracterizada pela perda seletiva de neurônios motores na medula espinal, tronco encefálico e córtex motor. Acredita-se que, a exemplo do que ocorre em outras doenças neurodegenerativas, o mecanismo patológico subjacente a ELA seja um conjunto de alterações celulares e bioquímicas que acabam por desencadear a degeneração de neurônios motores. O tratamento se baseia principalmente em medidas sintomáticas e a terapia farmacológica com riluzole não é curativa. Assim, é de máxima importância o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. Como alternativa, existe a perspectiva do uso de nitróxidos cíclicos como o Tempol, uma vez que são antioxidantes multifuncionais que apresentam baixa toxicidade em animais experimentais. Outra opção é a terapia com células tronco para substituir neurônios em degeneração, ou impedir/retardar o processo de morte neuronal. O objetivo deste estudo é verificar se a interação entre riluzole, tempol e células tronco mesenquimais apresentam potencial terapêutico em camundongos transgênicos SOD1 G93A. O tratamento com riluzole (8mg/kg), Tempol (24mg/kg) e células tronco mesenquimais terá início aos 70 dias de vida dos animais transgênicos. Animais controle irão receber solução salina como veículo. Para determinar a idade de início dos sintomas da doença e diferenças na progressão, serão utilizados o teste motor Rotarod e o peso corporal dos animais. A sobrevida dos animais também será analisada. Após a eutanásia, as amostras serão processadas para a realização das seguintes técnicas: coloração de Nissl, imunoistoquímica, microscopia eletrônica de transmissão e qRT-PCR. (AU) | |
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