| Processo: | 17/02895-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | Gabriela Bortolança Chiarotto |
| Supervisor: | Caterina Bendotti |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Istituto di Ricerche Farmacologiche Mario Negri (IRCCS), Itália |
| Vinculado à bolsa: | 13/16168-8 - Emprego de riluzole, tempol e células tronco mesenquimais no tratamento da esclerose lateral amiotrófica em camundongos SOD1 G93A, BP.DR |
| Assunto(s): | Neurobiologia Doenças neurodegenerativas Esclerose amiotrófica lateral Sistema imune Inflamação Quimiocina CCL2 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células Gliais | esclerose lateral amiotrófica | Inflamação | MHC classe I | Sistema Imunológico | Neurobiologia |
Resumo A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa fatal que afeta o sistema motor. A causa da doença ainda é desconhecida, mas algumas mutações proteicas têm sido associadas ao processo patológico. Anteriormente, foi considerado que anomalias imunológicas podem contribuir para a patogénese da doença. No entanto, tornou-se recentemente evidente que a resposta imune pode também gerar um resultado protetor. Importantemente, a expressão de moléculas de MHC I por neurônios mostrou desenvolver funções não-canonicas, resultando em neuroproteção a partir de astrócitos ativados. Por sua vez, a regulação positiva de MHC I pelos motoneurônios in vivo e in vitro, provou ser neuroprotetora. A up-regulação resultou também em significativo impacto na sobrevida de animais transgênicos SOD1G93A. Estudos recentes sugerem uma participação de quimiocinas no processo inflamatório da ELA. Estas moléculas são também importantes para a interação entre células gliais e neurônios. Nossos objetivos neste projeto são: investigar os mecanismos identificados como responsáveis pela variabilidade do curso da doença em camundongos SOD1G93A, através do desenvolvimento de uma terapia genética pré-clínica precisa. Para isso, desenvolveremos vetores adenovirais para induzir a expressão de CCL2 e MHCI por neurônios e células gliais. Além disso, vamos transfectar os animais para avaliar o papel destas moléculas na progressão da ELA. Avaliaremos também, o efeito da expressão de MHCI e / ou CCL2 especificamente por motoneurônios, na sobrevivência e morfologia em co-cultura com astrócitos derivados de SOD1G93A e camundongos não transgênicos. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |