| Processo: | 11/14232-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal |
| Pesquisador responsável: | Rosemeri de Oliveira Vasconcelos |
| Beneficiário: | Clarissa Helena Santana |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunopatologia Doenças dos animais Neoplasias cutâneas Carcinoma de células escamosas Inflamação Matriz extracelular Cães Modelo experimental |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cão | Carcinoma Espínocelular | Inflamação | Tumor de Pele | Imunopatologia |
Resumo Atualmente, as pesquisas com tumores em cães estão direcionadas para os aspectos imunológicos, marcadores de prognóstico e diagnóstico e para o tratamento, principalmente em tumores de mama em cães, por assemelharem-se aos tumores mamários em mulheres e por servirem de modelo experimental para os estudos em mulheres. Nos demais tumores cutâneos dos cães, entre eles, o carcinoma espinocelular, os estudos que enfocam a resposta inflamatória do cão frente a estes tumores são muito escassos. Assim como certos patógenos, as células tumorais são capazes de modular o sistema imune do hospedeiro, para favorecer o seu crescimento e sobrevivência. As células inflamatórias nestes casos podem atuar contra o hospedeiro, por produzirem fatores de crescimento, enzimas ou citocinas que sejam benéficos ao tumor, favorecendo a neovascularização, a degradação da matriz extracelular e a invasão de vasos para atingir outros órgãos. Portanto, torna-se crucial o desenvolvimento de pesquisas que abordem estes temas, a fim de elucidar a complexa patogenia destes tumores e contribuir para futuros estudos com imunoterapia tumoral. Portanto, os objetivos deste estudo são avaliar o perfil predominante de leucócitos (linfócitos, macrófagos e plasmócitos) infiltrados no Carcinoma espinocelular canino e comparar estes achados com os tipos histológicos menos (não queratinizado) ou mais diferenciados (queratinizados) deste tumor.(AU) | |
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