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Papel do receptor tipo NOD2 na osteoclastogênese

Processo: 12/05319-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2012
Vigência (Término): 31 de maio de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Sandra Yasuyo Fukada Alves
Beneficiário:Marcela Ribeiro da Cunha Fernandes Holanda
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Osteoclastogênese   Imunofarmacologia   Resposta inflamatória

Resumo

A placa bacteriana é o agente etiológico primário no desenvolvimento da resposta inflamatória observada na doença periodontal (DP). Os receptores do tipo NOD (NLRs) são proteínas citosólicas que reconhecem componentes microbianos presentes no citoplasma liberados por bactérias invasoras. Até o presente momento, não há estudos na literatura sobre o papel dos NLRs na osteoclastogênese. Considerando que as bactérias periodontopatogênicas têm a capacidade de invadir e colonizar diversas células do tecido periodontal, nossa hipótese é que a ativação dos NLRs por produtos dessas bactérias desempenhe um papel importante na cronificação do processo inflamatório e desencadeamento da reabsorção óssea observada em fases avançadas da DP. Desta forma, o presente projeto se propõe a estudar a participação dos receptores do tipo NOD2 no reconhecimento das bactérias Porphyromonas gingivalis e na modulação da resposta imune e osteoclastogênese. Este projeto abordará estudos in vitro avaliando a produção de mediadores pró-inflamatórios e osteoclastogênicos em culturas de osteoblastos após a estimulação do receptor NOD2. Analisaremos ainda o papel dos receptor NOD2 na osteoclastogênese in vitro, utilizando culturas de células precursoras de osteoclatos. Os eventuais achados do presente estudo poderão fornecer informações importantes para a melhor compreensão dos mecanismos envolvidos na ativação da osteoclatogênese e reabsorção óssea, bem como gerar conhecimentos sobre novos alvos terapêuticos em potencial para o tratamento da DP.